Passado: Triângulo [parte 03]

Triângulo

Marcamos na minha casa num dia de noite. Estava ansioso para esclarecer os fatos e me desculpar se fosse necessário. Elas chegaram parecendo que marcado, no mesmo instante. Entraram e as levei para o meu quarto. Privacidade! Então colocamo-nos a conversar. E as perguntas e acusações não paravam de sair de suas bocas enquanto eu ia me defendendo e amenizando a situação. Até eu falar que as amava... Afirmaram que isso não podia acontecer e que teria que escolher uma. Não fiz. Decidi e pedi para as duas. Concederam-me. As meninas se olharam e disseram que fariam o teste. Sorri. Abracei as duas e já fui beijando-as. Parecia que seria estranho, mas se fôssemos namorar seria algo mais aberto que o convencional e mais fechado que o extremo liberal.
Beijei a menina dos cabelos lisos enquanto ia sendo massageado pela do sorriso. As duas deitaram na cama e experimentaram se beijar. Gostaram e me chamaram para deitar. Fiquei parado enquanto elas tiravam minha roupa e lambia meu corpo. Lembrava-me um sonho. Eu, nu com duas garotas gostosas prestes a transar todos juntos. Começaram a me chupar, a lamber e morder. Ficaram as duas brincando com meu pênis por minutos que pediam ser mais. A menina do cabelo levantou-se na cama e começou a dançar num strip-tease bastante sexy. Sem combinar a outra foi se esfregando na primeira e entrando no ritmo da dança proposta, mas sem música. Eu estava deitado vislumbrando aquele acontecimento ímpar. Foram tirando as roupas e as jogando para cima de mim. Ficaram totalmente nuas e não paravam de se esfregar. Lamberam uma os seios da outra, apertaram suas bundas e passaram levemente as mãos nas vaginas. Rastejaram até mim, lambendo-me de baixo a cima pousando na minha boca. Demos um beijo triplo e a menina do sorriso foi logo subindo no meu pênis. Mexia-se devagar enquanto a outra lambia nossas partes nos deixando ainda mais excitados. Trocamos de posição e agora eu estava sobre a de cabelo liso. Ela de pernas abertas e eu dentro empurrando meu pênis vagina adentro. Lambia a vagina da outra e produzíamos sons que excitava o ar. As comi de quatro, fizemos 69, sequenciamos varias posições que duraram minutos à hora. Fiquei deitado como no início e as duas iam revezando para sentar em mim até a menos experiente começar a se mexer na proporção certa e ir me excitando mais. A outra estava com a vagina na minha boca gemendo alto e rápido. Eu acompanhava seu ritmo e soltava gemidos esparsos. A de cabelo liso foi se mexendo e gritando até eu não aguentar mais e gozar. E gozei muito. Ela saiu de cima e de mim e ficou olhando o gozo sair. Ficaram as duas me olhando enquanto eu parava de expressar a sensação deliciosa. Deitaram com as pernas sobre mim e ficaram nos meus braços.
Eu poderia ficar assim séculos, mas não éramos permitidos. Beijaram-me e prometeram que tentariam conviver assim... O que depois de meses descobrimos ser muito fácil.

Saíram da minha casa dizendo em uníssono, porém em ouvidos opostos: “-Eu te amo!”. E eu apenas pensei o mesmo.  

foto de Angelica

Passado: Triângulo [parte 02]

Tarde da menina e seus cabelos lisos:

Nessa atmosfera de acontecimentos agradabilíssimos marcamos uma reunião na minha casa para concluir o roteiro do stand que aconteceria no projeto – bendito! A tarde estava bastante nebulosa, absorvendo o costume do inverno na região. Ventava muito e possivelmente iria cair um pé d’água. A primeira a chegar foi ela – e mal sabíamos que seria a única. Entrou com sua beleza estrondosa. Muito vestida por causa do frio sentou-se no sofá distante do que eu estava. Minha mãe passou por nós dizendo que iria fazer a unha e demoraria... Ainda brincou com o “- Toma cuidado!”. E rimos. Ficamos conversando de qualquer coisa que não nos deixássemos constrangidos. E o tempo passando e agora a chuva caindo. Então, o telefone dela toca: “- Ah! Vocês não vão vim mais? Ah!” Mas não soou triste. Ela desligou. Eu a cantei de uma maneira bem suave. E já que estávamos ali sem fazer algo, tentamos nos aproximar. Sentei no outro sofá com uma ideia de discutir o assunto que marcamos a reunião. Eu já podia sentir seu perfume, coloquei o braço sobre o sofá e me aproximei mais ainda. Tentei beijá-la. Consegui! Ficamos ali nos beijando por minutos deliciosos, sobretudo ansiosos por algo mais. Minha mão foi subindo pela sua barriga, e num instante já estava no seu seio. Ela tentou tirar, mas de nada adiantou. Naquele momento me parecia tímida demais. Minha outra mão passou pela sua nuca e a trouxe mais para perto, beijei suas orelhas sussurrando desejos. Ela pegou nos meu ombro e me afastou. “- O que foi?” Perguntei. “– Eu sou virgem... E... E... Tenho medo de doer muito. Não sonho com uma noite com cama cheia de rosas, mas quero que a pessoa tenha paciência.” “– Terei!” E voltei a beijá-la. Ela deitou no sofá e começou timidamente a pegar na minha bunda. Fui deixando-a relaxada, lambi a barriga e fui subindo devagar para os seios. Ela se sentou, eu me levantei e a puxei. O beijo não parava de acontecer. Peguei na sua bunda, nas suas cochas e a levantei deixando de pernas abertas na minha cintura. Mordia seus lábios vermelhos e fui caminhando para o meu quarto. Deitei na cama de casal e fui retirando sua blusa e seu sutiã bem lentamente. Seus bicos estavam arrepiados e certamente excitados. Chupei-os. Eram perfeitamente marrons... Contrastando com sua pele branquíssima. Sua barriga retinha me encaminhava para suas partes mais íntimas... Abri seu short cuidadoso, puxei-o para baixo e levantei-me. Fiquei ali olhando aquela linda mulher deitada na minha cama... Lá fora a chuva ficava cada vez mais forte e nossos sons provavelmente seriam abafados. Ela foi ficando avermelhada e sua vergonha aparecera. Tirei a blusa e peguei uma camisinha. Ajoelhei próximo à cama e retirei sua calcinha branca, levei minha boca na sua vagina e chupei-a com tranquilidade. Ela que nunca sentira nada parecido, se contorcia mais que o normal das outras mulheres. Tirei a minha bermuda e minha cueca. Olhava-me com uma cara de assustada, medo e muito prazer. Coloquei a camisinha e subi na cama, beijava sua boca, suas orelhas, seu queixo, enquanto ralava meu corpo no seu... Penetrei e sua boca soltou um gemido mais alto do que o esperado. Percebi que suas unhas arranhavam minhas costas e que não parava de gritar. Eu gostava daquilo, mais do que o natural. Sabia que a dor naquele instante era maior que qualquer coisa, perguntei no seu ouvido se queria que eu parasse, mas ela não respondeu, apenas se movimentava e gemia. O sangue saía da sua vagina, meu pênis queria entrar ainda mais e continuamos naqueles movimentos agitados seguidos de calmaria. Como ela era virgem não era possível praticar uma diversidade muito grande de posições. Ficamos nas mais básicas, mas nem por isso deixou de ser gostoso. Enquanto eu me sentava na beira da cama esperando-a, ela já lambia minha orelha por trás e girava pelo meu corpo até encontrar o falo ereto. Sentou-se e seguiu-se em movimentos e gritos excitantes. Agora eu beijava seus lindos seios e metia na sua vagina inexperiente. Ficamos movimentando-nos nessa posição até gozarmos em sonoros estrondos. Deitamos e ela delicadamente encostou-se no meu peito. Fiquei pensando. Nós, em silêncio.
Eu acabara de comer uma das garotas mais gostosinhas da escola... E ainda não sabia se fora bom ou ruim. Queria que o lado sacana masculina falasse mais alto e fosse apenas uma transa... Mas não era.

Depois daquela tarde maravilhosa com a garota dos cabelos lisos... A vida parecia normal. Com nenhuma das duas ficou certo de que estaríamos namorando. Óbvio que a paixão estava se transformando e que nenhuma das duas sabia da outra. Mas isso não durou muito tempo. Alguns dias depois – como eram muito amigas o que iria acontecer era natural, iriam contar o fato – aconteceu. Logo de instante ficaram estranhas. Comigo! O fator cachorro que sou... Entretanto eu não queria apenas transar com ambas. Eu estava me apaixonando. Decidi ter uma conversa a três. E foi o que fizemos.


imagem de bricehardelin

Passado: Triângulo

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Nada de novela ou algo do tipo... Poderia ser chamado de quadrado, mas exclui a parte que não convém. E tudo começou quando meu animo apareceu do nada e o oi surgiu entre os dentes e a língua numa esquina virada, num aceno, num sorriso singelo que me fez apaixonar. Lá estava ela com seu longo cabelo liso, conversando com a turminha de amigas, variando a vida alheia. À sua direita a baixinha de sorriso tranqüilizador. Um amor. Minha imaginação naqueles segundos imensos foi longe. E dobrei. A esquina bem que poderia ser mais adiante, queria ver seus comentários furtivos, perceber o quanto ela gostou e a questão que faria de mim. Fiquei sem e minhas expectativas cresceram para uma nova esquina. Dessa vez mais comprida.
As noites que me vieram só me acrescentaram mais esperanças e ansiedade. Quem sabe uma vida mais compartilhada, mais colada ou apenas junta para trocar uma ideia. E parecendo um milagre caímos numa mesma sala de estudos. Porém antes, já a tinha visto num seminário desses quaisquer. Lembro-me como agora... Lá estava a menina de cabelos lisos num vestido verde curto e a outra do sorriso encantador, também num vestido. As duas sentadas no meio do público que esperava arduamente pelo palestrante famoso. Elas me viram e sorriram. Não que eu era algum príncipe, mas vai saber o que elas estavam pensando. Fui pedindo licença até eu ficar bastante próximo das duas. O seminário começou e no percurso do tempo lembro que puxei papo sobre algum assunto comentado. E a conversa não conseguia parar... Tanto da minha parte quanto da delas. E daí fui me apaixonando... Pelas duas e suas respectivas características deslumbrantes.
Surgiu a sala de estudos e a nossa proximidade foi crescendo e eu direcionando para que lado fosse seguir. E já tinha visto que o problema logo iria aparecer.

Noite da menina e seu sorriso encantador:

Era algum projeto destinado a notas quantitativas da escola. Estávamos a semanas trabalhando juntos para construir um cenário para a apresentação. Há semanas eu estava queixando e levando leves tocos seus. Até então. Ficara apenas eu e ela na sala que arrumávamos. Num papo qualquer, eu deitado em tnt’s, ela sentada numa cadeira. Levantei-me e joguei mais uma de minhas cartas e fui me aproximando da sua boca e dessa vez ela não se afastou. Seu beijo doce com gosto de chocolate me deixou ainda mais louco. Fiz levantar sem deixar de beijar. Apertava sua cabeça contra a minha e descia minha mão pela suas costas; seu corpo colado ao meu como um... Minha língua roçava a sua, minhas pernas nas suas. Desci minha boca pelo seu queixo seguindo para a orelha. Sussurrei ventos e palavras soltas e vi o seu gostar quando apertou minhas costas com suas unhas. A mão desceu para a bunda e a outra para o seio junto com a boca que beijava seu colo. Levei-a para o acúmulo de tecidos jogados ao chão. Deitei-a; e sobre ela me encostei com as mãos na blusa sendo retirada. Ela abrira as pernas e sentia meu pênis ereto ainda vestido. Sua blusa caiu ao lado junto com outras roupas. Minha boca procurou suas partes – do seio até embaixo. Carinhosamente roçava minha língua no seu clitóris e fazia-a gemer de prazer. Ela me subiu e me virou de costas para o chão. Desceu suas unhas pela minha barriga produzindo aquela sensação gostosa de excitação inocente. Tirei a blusa; ela me tirou a calça, abaixou minha cueca preta, lambeu meu pênis. Mordeu minha virilha; seguiu pela barriga até minha boca, deixando que as partes se tocassem sem introduzir. Ela sentou em cima do meu pênis; ele entrou e ela gemeu mais alto. Enquanto metia eu chupava seus seios. Agora eu já estava sobre ela, brincando com seu corpo. Dirigindo-me por entre suas curvas e entradas. Fazendo-a gozar enquanto excitava-me a cada instante mais. Coloquei-a de quatro e fui mais além em suas entranhas. A cada centímetro a mais colocado o som saia mais alto da sua garganta. Estávamos sentados numa cadeira quando eu puxava seus cabelos e sua cabeça para trás, dizia “- Gostosas” seguidos, beijava seu pescoço e gozava na sua vagina. Os sons produzidos pareciam uma sinfonia muito bem sincronizada. Ela ficou ali sentada no meu colo, abraçando-me como alguém realmente apaixonado. Não precisava palavra alguma para expressar nossos sentimentos.
Ela desceu e pôs-se a vestir os trajes jogados ao lado. Busquei minhas roupas. Alguns segundos demorados vejo uma mensagem no meu celular... “Estou me apaixonando por você!” Era a menina de cabelos lisos.
Eu também já estava apaixonado. Por ambas.

O projeto foi como uma mão na luva. Se for esse realmente o ditado. Nesse período consegui o que antes seria um absurdo. Depois de pegar a menina do sorriso foi a vez da dos cabelos lisos.


foto por angelica


Lembrança - Despedida 02



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"...ela que também estava sob efeito apertou seu pênis o que lhe fez tomar um susto, não tão desesperador. Ela estava sob efeito do mesmo que o rapaz. Comemorava sua passagem de menor para a tão desejada maioridade. Bem que a surpresa não era muita, sua liberdade sempre existiu, sobretudo aquele era um dia para extrapolar o que era legal para a sociedade.
Continuou pegando no seu pênis enquanto empurrava com o pé suas roupas para um canto. Ele tirava os tênis junto com as calças e ficava “quase pronto”... Ela mexia no seu peito, beijava-o, descia pela barriga um tanto definida e mordia seu falo ereto. Chupou sua virilha deixando uma marca vermelha, abaixou a cueca preta e lambeu suas coxas até a cabeça de seu pênis. Alternava na velocidade em que lambia e chupava. Ele ficava a cada momento mais excitado. Seu pau pulsava dentro da boca da garota. Ele a suspendeu e deixou-a com as pernas entrelaçadas em seu quadril. Nesse rápido movimento foi acertando o buraco e colocando o pênis. Ela gritava e o som ali produzido era rapidamente abafado pelas músicas que rolavam na pista de dança. Eles deitaram no piso de taco e continuaram em sessões variadas de posições. Eram dois fãs de kama sutras. Ele a colocou de quatro e metia forte, agora ela arranhava a parede e o piso. Para a sua primeira vez no sexo anal, 21 cm não era fácil.
Ele percebeu a entrada de um homem no recinto, talvez ele estivesse mais doido que os dois – difícil! -, os viu naquela situação e sorriu abertamente. Eu olhei para a garota que parara e perguntei se ela topava. Ela puxou o novo rapaz para o chão e começou a lhe tirar a roupa. Enquanto um metia por trás o outro era chupado por uma boca que buscava o orgasmo. Os três totalmente nus naquele corredor escuro. Os rapazes tornaram-se prisioneiros daquela fantástica garota. Ele se deitou de costas para o chão e a fez subir no seu pau... Que entrou mais da metade na sua vagina. O novo rapaz, talvez chamado de Miguel, se posicionou atrás daquela belíssima cena e antes de começar a enfiar na bunda da garota, lambeu-a junto com a vulva e o saco do rapaz que ligeiramente tomou um susto. Os dois excitavam-se ainda mais naquela posição. O rapaz saiu por um instante e os dois grudavam-se mais. Ele voltou com uma garota que já ia ficando numa quando os viu. Animou-se igualmente como Miguel que voltou para a bunda d’Ela e empurrou a garota para a cabeça d’Ele. Miguel empurrou seu pênis contra o cu da menina que gritou excitada a extremo. Gozou. E garota que entrara por último – talvez Maria – sentou com sua buceta na boca dele. Ele começou a chupar enquanto movimentava o tronco e metia junto ao outro rapaz na garota... Mudaram em várias posições e a festa não acabava para a sorte destes. Várias pessoas passavam e não paravam ali...
Miguel começou a chupar o pênis do rapaz e Maria a buceta da garota. Ficaram bom tempo no seu oral homossexual. Trocaram e lamberam a si. Ele e Ela trocaram carícias num 69 até receber novamente uma ajuda. Ele estava sendo masturbado pela Maria e por Ela. Miguel chupava o clitóris dela enquanto masturbava Maria com os dedos. Ele nessa situação não agüentou muito tempo... Num movimento rápido das duas ele gozou em suas caras que logo foram lambidas por ambas. O outro rapaz gozou minutos depois na bunda de Maria. E ficaram os quatro ali... Estirados, mortos e gozados. Ele satisfez sua vontade, Ela passara totalmente pela sua transição. Já maiores em idade."


imagem: Marco Niemi

Lembrança: despedida

Parecia ser uma despedida de menor. Algo inventado desse tipo... Alguns amigos carregaram-no pra um desses cantos distantes, com aparência suja, mas muito badalado da cidade. Ele não podia negar, e talvez se tentasse fugir apanharia. No fundo nem tanto, queria mesmo sair. Vendaram seus olhos e o empurrou carro adentro. Aquela sensação que todos têm de estar entrando numa fria gostosa o consumiu enquanto sentia as curvas da cidade e as retas de alta velocidade. O cheiro denunciava os vícios sequentes. A bebida fazia-o salivar mais, o cigarro tragava seus pulmões, o cheiro de corpo feminino excitava e por se só fantasiava situações. Pararam e desvendaram para maior excitação.
Entrou naquele buraco animado. A música rolava alta, era necessário o contato em orelhas para haver comunicação. O que ajudava muitas pessoas. Mas ali ele não precisaria fazer muitos esforços. Como prometido, os amigos dariam uma possível sequência de garotas para a escolha (não que ele fosse gato ou coisa assim, resume-se em no máximo três). O que realmente queriam que fizesse era juntar os três males e praticá-los numa noitada bem longa. Logo de cara deram um uísque para o sangue esquentar e aquele resto de vergonha desaparecer... Eram copos e mais corpos. Apertado. Suado. Ralado e lambido. Já passava da meia-noite e tudo acabara de começar.
A fumaça já habitava a parte superior do recinto e mesmo quem não fumava a colocava pra dentro. Mas isso não era o bastante... E como nesses ambientes a amizade é fácil e quase tudo é de todos, foi colocado um em sua boca e os quatro amigos esperaram o efeito acontecer... Aquele não era o suficiente. Talvez ecstasy ou a coca... Quem sabe? A qualquer minuto ele acabaria cedendo.
Não demorou!
Depois de instantes passados já não era mais o mesmo. Qualquer toque, a qualquer batida ele dançava com diversas garotas... Sejam elas firmes ou não... O papo não era importante. A bebida fazia-o enxergar dois e duas e muitas.
Foi aí que a garota lhe foi apresentada. Dois de seus amigos ainda mais animados bateram nas suas costas e ele virou em segundo. Não precisou mais... A música apenas estava no meio, o som pedia uma aproximação, mas não tão próxima. Eles começaram a dançar, a suar, as mãos já conseguiram os primeiros toques, uma pequena sensação virara um estrondo. A boca no pescoço, as mãos nas costas, as pernas tocando-se, o corpo molhando o outro. O cochicho na orelha. A fuga pra outro canto.
Correram entra as pessoas para chegar a um corredor escuro. Pequenas janelas (mais verticais) permitiam a luz de boate entrar. Chegaram já se beijando, ele – ainda com efeito – a encostou com força na parede preta. Suas pernas movimentavam-se apressadamente de um canto a outro. Os quadris apertados com toda a força... A mão dela escorregou pelas costas chegando à bunda. Encheu a mão. Ele desceu sua língua pelo queixo da menina, roçava em sua orelha enquanto sua mão suspendia a blusa... Seu sutiã preto já subira junto com a blusa, seus seios lindos a mostra. Ele chupava-os com veracidade. Ela gemia de prazer, empurrava sua cabeça contra o seio, suspendia a saia com a mão do rapaz. Ele já tirara a blusa... Beijavam-se profundamente, como se ninguém pudesse interromper. Ela quase nua começou a baixar a calcinha, ele a abrir a calça, e...



PS: Peço pra alguém me ajudar a terminar a noite... do rapaz.
Envie para o e-mail scottandrad@hotmail.com
Caso ninguém mande (o que irá acontecer) eu posto a outra parte posteriormente.
Foto de Marco Niemi