Musas Más | Bárbara


Ela tinha um jeito estranho de segurar no copo. Não sei explicar ao certo. Não sabemos na verdade. Era algo com alguns poucos dedos. Parecia que queria preservar os que restavam, tipo descansando para qualquer outra tarefa. Depois descobrimos que tarefa era essa.

Nós. Eu e um amigo meu de longas datas. Dividíamos o apartamento. Recebíamos pouco dinheiro no trabalho infame que conseguimos arrumar depois do tempo gigante que passamos na universidade. Mas, no momento, essa falta de dinheiro não era lá muita coisa. Usávamos de forma coerente. Bebíamos mais da metade, sempre no mesmo bar... Coisinha chata, não? Não. Era um bar universitário, o que significava que não éramos os mais pobres naquele ambiente e ainda mais, chamávamos atenção das aspirantes a mulheres e putinhas que apareciam. De vez em quando arriscávamos nas mais cults. 

Pois bem. Fomos como nas outras sextas-feiras para o bar. Lá sentamos nos bancos do balcão e esperamos a casa lotar. Foi quando vimos a garota sentada do outro lado do balcão, segurando o copo de uma maneira peculiar. Eu e meu amigo concordamos que nosso interesse pousou no mesmo lugar. Queríamos muito comer aquela garota. Apostamos então. Tiramos no par ou ímpar para ver quem seria o primeiro a tentar... (Algo absurdo até para nosso padrão). Ele ganhou, o que me deixou bastante frustrado... Tomando o último gole da cerveja do copo, respirou coragem e partiu para a demonstração de toda sua malemolência nas palavras. Via de cá de onde estava, ele soltando a lábia e ela escutando, atenta. Ela cochicha no ouvido dele e depois olha pra mim. Ele abre a boca. Ela bebe seu último gole de álcool do copo.

Ela: Morena de estatura média, com cabelos longos, lisos-encaracolados, de boca farta, de olhar fulminante e de maldade enorme.

Entramos no meu carro gasto depois de nos apresentar. Aliás, a lembro como Bárbara e sendo assim, será. Ela preferiu ir atrás, sozinha. Sem muitas conversas. Coisas poucas de trivialidades embutidas na fantasia erótica. Quase no final do caminho ela questiona:
- Vocês têm cordas?
Eu e meu amigo nos entreolhamos, curiosos e eufóricos. E em uníssono, respondemos:
- Sim!

Chegamos no apto, fizemos uma breve limpeza da área comum e oferecemos conforto.
- Sim. Eu quero vodca, com gelo. Quero também duas cadeiras e a corda. O resto eu me resolvo.
Agilizamos, afoitos.
- Obrigada - sentando no sofá - Então meninos, o que vocês fazem da vida?
Nos olhamos.
- Essa conversinha é apenas até a minha vodca terminar. Não quero saber o nome de vocês. Não sou prostituta, então não quero o dinheiro de vocês. Não quero ligação no dia seguinte. E por necessidade, podem me chamar de Bárbara.
- Mas não é o seu nome mesmo, é?
- Quem sabe?
Ficamos ali, em silêncio, esperando sua vodca terminar. Sua vodca terminou. Ela colocou as cadeiras de costa uma para outra, ligou uma música qualquer em seu celular e ordenou... Isso mesmo: ordenou que sentássemos nas cadeiras. Sentamos.
- Ok, meninos. Como vocês preferem? Que vocês tirem a roupa ou fica por minha conta?
Respondi instintivamente: - Venha tirar!
E ela foi. Começou pela minha blusa, beijando meu peito, desceu para minha calça, desabotoou, beijou minha virilha, meu pênis por cima da cueca. Tirou minha calça, olhou com os olhos de desejo e puxou minha cueca. Chupou meu pênis com leveza. Levantou-se.
- E para você que nada respondeu, fique à vontade para tirar sua própria roupa.
Meu amigo desesperado realizou sua ordem. Ela nos amarrou nus, de costas um para o outro, ambos desejosos para ver seu corpo nu.
- Acho que agora posso começar. Começou a fazer um striptease para nós, revelando aos poucos seu corpo, ficou de lingerie. Parou e me lançou um tapa no rosto. Com força. Nos assustamos, e ela continuou.  Pulou no colo do meu amigo, puxou-lhe o cabelo e mordeu seus lábios, fazendo-o gemer. Beijou seu pescoço, mordeu e lhe arranhou. Desceu e lhe chupou o pênis.
Partiu para mim e fez o mesmo, com somas de tapas nos dois. Ficou em pé, de costa para mim e tirou a parte de cima, puxou sua calcinha, ficando de quatro ao tirá-la do corpo, revelando sua bunda desenhada. Me olhou por cima do ombro e como para ser um sussurro, disse:
- Na verdade eu que escolhi vocês. E a noite irá durar mais do que desejaram.
Ainda inocentes, rimos. Ganhamos na loteria essa noite. Mas fomos surpreendidos com a simples pergunta:
- Vocês têm velas?
Enlouquecidos, num misto de prazer e receio, respondemos a localização de seu pedido. Ela risca um fósforo, acende a vela e espera. Espera com uma cara de maldosa e satisfeita pela oportunidade da noite. Vejo a parafina escorrer até seus dedos e ela gemer lentamente... Se encosta no meu corpo, empurra minha cabeça para trás, tapa minha boca e derrama parafina no meu peito. Minha voz transpassa seus dedos fazendo com que ela se deleite com minha dor. Segue derramando pelos nossos corpos. Me bate no rosto, me arranha as coxas, me faz ouvir as súplicas do meu amigo ao derramar parafina na sua virilha...
Como cansada daquela brincadeira, joga a vela fora e nos beija na boca. Morde minha orelha, chupa meu pescoço, morde meu mamilo. Lambe meu pau... E senta; gemendo, empurra minha cabeça para chupar seus seios. Movimenta-se sobre minhas pernas, lentamente, fazendo meu pênis penetrar ainda mais em seu corpo. Levanta-se, vai para meu amigo e senta no seu pau, de costa.
Em pé olhando para nossos desejos pulsando, com um cinto na mão, desamarra a corda e nos ordena a lhe chupar. Afoitos, chupamos seu sexo, lambo seu clitóris, movimento minha língua em círculo, ela empurra minha cabeça. Meu amigo beija sua bunda, lambe. Nos deliciamos com seu corpo. Enfio meu dedo na sua vagina; ela pede que continue; enquanto chupo seus lábios. Ela chupa o pênis do meu amigo. Seu quadril se agita contra minha mão, ela aumenta o movimento, geme, aperta nossos corpos contra o dela. Grita de prazer e goza... Molha ainda mais minha boca. Quando me posiciono para penetrá-la ela levanta.
- Nada disso, meninos! - aponta pra mim - amarre seu amigo. Ato suas mãos. Ela o empurra no sofá. Faz o mesmo comigo. Pega um cinto e dobra. Agita seu braço e nos bate. Nos espanca as coxas, o peito enquanto nos beija a boca, o pênis, o corpo. Ela fica mais excitada a cada batida. Ela nos quer ouvir gemer. Pedir para que pare. Morde meus lábios. Sinto gosto de ferro, lambe meu pescoço. Desce a boca pelo pênis do meu amigo. Coloca-o com vontade na sua vagina. Me ordena:
- Venha me comer também!
Chupa seus dedos e molha seu ânus. Levo meu corpo ao seu encontro. Enfio. Devagar. Ela geme e pede que continue. Que aumente. Que eu a bata!
Metemos no seu corpo sem parar, bato na sua bunda... Mudamos de posição, meu amigo aproveita de suas costas, ela me chupa e me leva de volta ao seu sexo. Ela senta de costa no meu amigo, com seu pênis na sua vagina, me chama para colocar meu pau também. Enquanto penetro sua vagina, ela grita com mais dor, me estapeia o rosto, me rasga os braços de arranhões. Enfiamos juntos, com força, ela pede mais... mais... mais. Enfio meu pau no seu cu, rápido, empurro meu sexo ainda mais contra seu corpo... mais rápido... mais forte. Gemo de prazer, puxo seu cabelo, mordo seu peito, ofego alto, alto... gozo enquanto ela grita de dor e empurra meu corpo para aumentar meu desejo. Vira de frente para meu amigo, cavalga no seu corpo - rápido - enquanto lhe chupa a boca. Mantém o ritmo. Fica de quatro para ele e o faz gozar na sua bunda.

Exausto no sofá, eu e meu amigo nos entreolhamos e rimos (ainda atados) enquanto ela esta no banheiro. Ambos querendo alguns minutos de descanso e cama, já se despojando no sofá. Ela aparece sorrateira na sala, limpa, nua, se masturbando e não pergunta:
- Vamos recomeçar!

dominatrix - klaus

Querida, desculpa! Não resisti...

Ela se fingia de boa moça ao lado da minha esposa. Esse é o início que já te deixa ciente de que tipo de garota estou falando. Todos os homens já estiveram nessa encruzilhada uma vez na vida: ou passou por isso e teve seu rumo ou desejou passar por isso. É da natureza masculina essa soma entre tesão + adrenalina + proibido (não sei se nessa ordem). A história que conto abaixo é a seguinte:

"Ela pertencia a classe das morenas gostosas, solteiras, com cabelos grandes e ondulados, com a boca grande em curinga que lhe faz parar o carro no meio do trânsito e dizer: - Parabéns! E ainda mais, pertencia ao rol de amigas da minha esposa, que parecia lhe confiar segredos inconfessáveis. Talvez ela estivesse fingindo, nunca entendo as amizades femininas (se alguém entender, por favor me explique). Estava registrada em cartório como Priscila, mas a depender da situação o nome era o de menos. Frequentava minha casa com assiduidade para os chás de beleza e fofoca que o grupo feminino proporcionava. Sempre ao chegar do trabalho (sou advogado por formação, defensor por natureza e ganancioso por necessidade) topava na cozinha com aquele grupo de pessoas, de longe a mais bonita era ela. Até mais que minha esposa que já era bastante bonita, modéstia a parte. Quando eu cruzar o olhar em consonância com o boa tarde, seu olhar fulminante encarava os meus e realizava uma varredura no meu corpo, como quem dizia: - Parabéns! E me encontre mais tarde. Encabulado eu ficava, encabulado eu saia para menores constrangimentos. Essa rotina me batia semanalmente, exclusivamente nas quartas-feira. Vez ou outra a via passando pelos shoppings, bares e restaurantes, mas ausente o olhar. Mal sabia eu o que me aguardava no futuro próximo.
Estava eu numa quinta despreocupada perambulando dentro de casa. Recebo a ligação de minha mulher: - Amor? - Oi, amor. - Não vou poder chegar a tempo para o jantar, estarei numa reunião aqui. - Ok! Quer que eu peça ou deixe algo para você? - Não se preocupe, me arranjo por cá. Beijo. - Tchau. Me esparramei no sofá e  fiquei a zapear a televisão. 
Campainha.
Sou surpreendido pela morena de curto vestido me dando boa tarde. - Boa tarde, também. Falei meio ansioso, já que a situação me levara a diferentes oportunidades. - Então (falou ela meio sussurrado) esqueci umas coisas aqui com Adriana (minha esposa) e vim buscar. Ela sabia que viria. - AH! Ela não está. - Poxa, precisava muito disso, será que eu posso pegar? 
Aí pensei nessa gostosa entrando no meu quarto com esse vestido perturbador, mexendo nas coisas de minha mulher enquanto eu sinto o meu desejo crescer. Foi o que permiti. Ela entrou confiante sabendo o que  sua presença me causava, sentindo-se permissiva já que não tinha olhos a lhe condenar. Entrou no meu quarto e foi direito nas coisas que realmente estava atrás. Enquanto ela vasculhava eu imaginava seu corpo nu em cima do meu. Assim fácil, dado o histórico sexual dela (adquirido por mim através dos comentários de minha esposa e dos meus colegas de trabalho, que em mesa de bar catalogava as boas e ótimas mulheres do nosso círculo de convivência). Ela me pede para usar o banheiro rapidinho. Permito, óbvio. E é após isso que descubro a verdade que minha mãe sempre dizia, mulher tem pacto com o que não presta. Eu, sentado na cama, esperando seja lá o que for que ela estivesse fazendo, me surpreendo e fico bestificado ao vê-la saindo do banheiro. Não é que os comentários eram verdadeiros? Ela não usava algo, estava completamente nua na minha frente, me chamando para desfrutar seu corpo espetacular! Não resisti, naquele momento eu estava completamente amarrado àquela situação sem ter rota de fuga ou coisa qualquer. Ela partiu para o meu lado, encostou suas pernas entre as minhas e me intimou: - Agora eu posso realizar tudo o que meu olhar desejava. Trazendo minha cabeça entre suas mãos para junto dos seus fartos seios. Me deliciei ao chupar seus mamilos,varrendo sua bunda com minhas mãos, permitindo meus dedos se divertirem nela. Ela arrancou minha blusa, me deitou na cama e me lambeu de cima a baixo, parando na virilha ainda coberta pelo short. - Posso? (rindo perversamente). - Deve! Puxou o short para baixo e chupou meu pênis, uma profissional. Lambeu meus testículos, me levou ao paraíso chupando a glande. Subiu no meu corpo, encostando a vulva no meu peito, depois na minha boca. Ficou sentada ali recebendo minha afoita língua. Ainda sobre minha cabeça deitou-se no meu corpo e voltou a chupar meu pênis. 

alianças


como eu poderia agora tirar alguma vantagem sua? ela aqui, sentada na minha frente, com todas suas curvas à mostra me pedindo para que lhe atinja. não, aqui nesse momento, aqui nesse lugar não podemos nos despir. mas meus olhos já tiveram o trabalho. sei quantas pintas pode ter. sei dos teus seios firmes. sei do seu bico arrebitado. seu olhar me leva para dentro de suas vontades. seu desejo me consome ali na sala de espera. seja lá do que for, agora espero por outra coisa. então seu nome é chamado. eu na poltrona da frente a olho levantar concertando o vestido curto com delicadeza. seu salto produz a melodia para suas nádegas se movimentarem no cadenciado ritmo, onde posso encaixar as sílabas do meu nome no movimento. de fato quase não existia calcinha. ao chegar na porta da sala privativa ela me olha por cima do ombro, me convidando. mas ali eu não podia ir sem ser chamado. por outras pessoas. depois de alguns minutos me controlando e todo o meu instinto sexual ela reacende meu tesão ao aparecer na porta. girando a maçaneta, abaixando sutilmente para pegar o papel que caíra no chão. entrega na recepção e vai ao banheiro feminino. a vejo sair, definitivamente, sem calcinha dessa vez. nenhum contorno no vestido colado. me olha mais uma vez, olha para a saída, e retorna o olhar. abre a porta e sai. não espero a porta se fechar. saio atrás. ela entra no carro, liga e dá seta. entro no meu e faço igualzinho os seus movimentos. passamos por ruas e avenidas. paramos num sinal. do lado. abaixo meu vidro. olho seu lamber de lábios, provocativo. ela fecha o vidro e arranca ao ficar verde. sigo. após voltas, aceleradas e quilômetros, paramos em frente a uma bela casa. ela abre o portão e entra com o carro... mantém o portão aberto. ao entrar ela já me espera na porta do hall. entra. entro. subo as escadas, seguindo as roupas deixadas pelo caminho. abro a porta do quarto e a vejo totalmente nua deitada sobre a cama. sua pele branca contrasta com o lençol escuro. tiro minhas roupas. deito sobre ela. a beijo. a chupo. seus seios. desço por sua cintura. ela empurra minha cabeça para sua vagina. chupo. lambo. mordo seus lábios. enfio meus dedos. sincronizo meus movimentos. beijo sua bunda. lambo. enfio meu pênis. ela me entrelaça com as pernas. aumento o ritmo. mudamos. ela me senta. controla o ritmo, profundidade. morde minha orelha. bate no meu rosto. levanta, desce a cabeça. chupa meu pau. meu saco. lambe minha virilha. coloca-o na boca. o seu máximo. movimenta-se, enquanto empurro, seguro seus cabelos. bato no seu rosto. a viro de costa. coloco por trás em meio a gritos seus. tenta me controlar com sua mão na minha coxa. seguro seus braços contra o colchão. meto. bato na sua bunda. a deito e coloco todo. ela pede pra parar. tapo sua boca. empurro sua cabeça contra a almofada. forço. a viro. suspendo suas pernas no meu ombro. coloco pressão enquanto bato nas suas coxas. aperto seus seios. deito suas pernas e me deito sobre ela. a vejo gozar. tiro meu pênis e coloco em sua boca. ela me chupa e masturba... empurro. gozo. ela lambe...
deitamos exaustos. acendemos um cigarro. ela vira de lado e sussurra no meu ouvido. nossas mãos se cruzam, nossas alianças se tocam... ela me pede para ir.


PRESENTE: Presente Monocromático

Alguém bate na porta, espera alguns segundos e novamente me faz ouvir aquele som incômodo para quem estar se deliciando na cama com uma bela mulher. Ela pergunta se não vou atender, respondo se eu deveria perder o que está acontecendo ali na cama por causa de alguém. Ela olha nos meus olhos e sussurra no meu ouvido: - Tenho certeza de que não irá perder o que está na cama.
Depois desse mandato, levanto-me e vou até a porta. Vislumbro pelo olho-mágico o que me espera do outro lado, plantada no corredor como uma bela caçadora. Abro a porta e deixo-me perder por entre seus traços. Uma morena entra com determinação pela minha sala e indaga sobre certo senhor, que no caso, sou eu. Perdido com tamanha beleza balanço a cabeça afirmando.
Minha namorada aparece pelo corredor com a cara que eu conhecia de inúmeras situações desagradáveis, vou tentando me explicar, mas ela me manda calar a boca. Vira-se para a convidada de sabe-se lá e aproxima-se. Com um toque cuidadoso por detrás da mulher retira o seu sobretudo e deixo-me bestificar por aquela situação. Aquela pele cor de chocolate contrastando com sua lingerie branca, emoldurando-se ao lado da loira e suas pequenas peças em preto. Aqueles lábios se movendo, ritmando os meus passos em direção ao tão aclamado prêmio: esse é seu presente de namoro.
Ainda meio perdido, parado, não penso. Elas me cercam e retiram meu roupão, expondo meu corpo por completo. Beijo aquelas bocas macias, acaricio seus corpos quentes. Desenlaço os laços daquele meu presente e lambo seus seios que pulam indo ao meu alcance. Minha namorada excitada – estranhamente – assiste aquela cena segurando minha cabeça e meu pênis. Minhas mãos transformam-se em várias e os toques multiplicam-se, descendo por entre as cinturas e as pernas. Delas, as mãos, concentram-se na minha virilha e masturbam-me em um sincronizado ritmo.
As peças que cobriam o que espero, sempre, já estão no chão e nós, perdidamente, nos direcionamos para o quarto, nos confortarmos em meio a lençóis e nudez. Deito sobre minha namorada e acaricio seus cabelos, beijando sua boca, agradecendo pelo presente de se abrir a novas ideias. Desço para seus seios e com a ajuda do presente personificado lambemos sua pele, ela geme, meus dedos tocam sua vulva, a morena desce pela barriga e beija seu monte de Vênus. Lambe seu clitóris, chupa seus grandes e pequenos lábios, me masturba enquanto dar prazer à minha loira. Leva meu pênis a sua boca, beija minha glande, lambe, chupa e o enfia na sua boca. Puxa minha namorada e a deixa brincar com meus testículos. Eu ali deitado enquanto aquelas duas mulheres concentram-se em me dar prazer.
A morena profissional, cuidadosamente orientava minha namorada a novas perspectivas. E desciam, acariciavam, lambiam e chupavam. Subiam, desciam. Usavam as mãos e os dedos. O toque suave, ofegante. Oscilavam. A loira com o olhar sugere que a morena me suba e me deixe chupá-la enquanto aquilo acontecia nas minhas partes baixas.
Sentaram-se em mim. Ainda excitava a morena com minha língua e meus lábios nos seus lábios, a outra se sentara encaixando sua vagina no meu pênis, gemendo enquanto eu enfiava. Beijaram-se sobre meu corpo, trocavam carícias nos seios, movimentam-se. O presente desceu sua cabeça para o encaixe abaixo. Lambeu o que ficava à mostra, minha namorada gemia mais alto, empurra seu corpo e a cabeça que a chupava, gemia, acelerava seu movimento, gemia. Gemíamos. Agora gritava, pedia que continuássemos até gozar, levantando-se deixando que chupássemos.
Ponho a convidada de quatro e apalpo seus glúteos, coloco meu pênis devagar, introduzindo o máximo permitido, ela lambe minha namorada, minha namorada ri e segura a cabeça dela enquanto ofereço meus tapas na sua bunda. No tesão do momento tento o que nunca minha namorada ofereceu, coloco o dedo no seu ânus, massageio, molho e vou me empolgando com o pênis, ela grita, segura meu corpo, tenta me controlar, enfio mais um pouco enquanto acaricio sua nuca, beijo-a. A loira agora quer assistir aquele momento, beija o meu e o corpo da outra. Movimento-me em meio a beijos e gritos, brincamos de um pouco de força e prisão.
Deito, ponho minhas mãos atrás da cabeça e espero pelo trabalho delas. Revezam-se, brincam de me calar, e me fazer gemer, e pedir mais. Lambem. Elas pedem pelo gozo em suas bocas. Ajoelho, seguro suas cabeças enquanto se beijam, enfio nas bocas, deixo-o à línguas, gozo na boca da morena que beija minha namorada, que continua me chupando.
Deitamos. Deleitamos. Descansamos nossos corpos, suas cabeças no meu peito... Depois de algum tempo suas mãos nos faz acordar e recomeçamos...

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O bom do sexo!

A luz estava fraca naquele local. Um pouco mais vermelha do que lá dentro. Na verdade, lá dentro estava mais escuro do que os olhos são capazes de enxergar. Alguns flashs, como para salvar ou rapidamente direcionar, apareciam em um ritmo determinado pela pick-up. O maestro não passava dos trinta, estava enlouquecendo sua platéia com seu músicos ausentes.
-
Nem era tão tarde assim e já tão escuro, devia ser pelo sumiço da lua ou as poucas estrelas. De um lado conseguia ouvir uma sinfonia da multidão, e o que me angustiava e de certo, acalmava minha timidez era aquela escuridão contraditória pela luz vermelha. Tão sexy.
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Cá no beco eu encontrei entre fulmantes e transas um espaço para me encaixar e te encaixar; eu bem que poderia ter ficado lá dentro, te beijado lá dentro e até mesmo te levado para um dos sofares, caso existisse um espaço, mas eu queria poder te ver. Encarar e degustar calmamente. Também era sabido, de minha parte, que aquilo não passaria dos trinta minutos, assim não me empataria e muito menos a ti.
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Aquele era o lugar, o meu instinto timido dizia, está belo agora procure um canto mais escuro e reservado longe dessa loucura. Mas a loucura me atraia, era tao excitante ouvir grunidos e movimentos corporeos sem enxergá-los por inteiro. Antes que eu encostasse, ele me puxou e saimos para um clarão e silencio quase nenhum. Pensei que não seria mais um rápida penetração, algo mais sacana com mais detalhes e mais suor. Eu já o via salivando, aquilo me molhava.
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Agora que te vejo melhor, verifico que não sou o primeiro e provavelmente nem o último. Não relato prostituição de ambas as partes. Todavia, isso é passivelmente encontrado numa noite onde o destino é o prazer. Ilimitado... Isso mesmo. O único limite é quando o sol raia e nossos corpos encontram-se abatidos pelo cansaço e fadiga!
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Aquela cena, já nos dizia experientes, e me fazia sentir bem. Teriamos muito mais a apreciar e mais a aprender. Logo pensei, quem sabe ele me faça gozar muito mais, ou quem saiba me ensine novos pontos x. E eu já ansiava pelo seu corpo já todo suado. E veio como um feroz, senti-me presa e cheia de prazer. Ele realmente sabia pegar com jeito, e nem sabia. Eu ria do jeito que você se encaixava em mim, e você sério talvez sentido criticado. Era grosso, suado e sentia sede de ti. Delirava no teu corpo, mas fingia ser uma transa qualquer. E transavamos como se fosse uma noite inteira em 10 minutos. De tão grosso, você gozou e eu nem tinha terminado. Vestiu a calça, me aprontei e saimos como entramos, a busca de outro sexo.
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Enfim, eu te comendo forazmente e você nem percebia o quanto chamava atenção. O beco parecia um confortável cômodo onde nossas pernas podiam se entrelaçarem e permanecerem o tempo que fosse. Gozo-te na boca. E você com sede engole o que te ofereço. Depois não tem papinho de fim de sexo, muito menos despedidas calorosas. Aprontamo-nos como se estivesse indo à primeira vez na boate e fosse conquistar, também, o primeiro parceiro.
Sexo é só sexo. E é bom por isso.




foto: unshaved beauty por
tiago manuel capela de oliveira

Escrito com apoio de
Thaís Bitencourt.