Lembrança - Despedida 02



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"...ela que também estava sob efeito apertou seu pênis o que lhe fez tomar um susto, não tão desesperador. Ela estava sob efeito do mesmo que o rapaz. Comemorava sua passagem de menor para a tão desejada maioridade. Bem que a surpresa não era muita, sua liberdade sempre existiu, sobretudo aquele era um dia para extrapolar o que era legal para a sociedade.
Continuou pegando no seu pênis enquanto empurrava com o pé suas roupas para um canto. Ele tirava os tênis junto com as calças e ficava “quase pronto”... Ela mexia no seu peito, beijava-o, descia pela barriga um tanto definida e mordia seu falo ereto. Chupou sua virilha deixando uma marca vermelha, abaixou a cueca preta e lambeu suas coxas até a cabeça de seu pênis. Alternava na velocidade em que lambia e chupava. Ele ficava a cada momento mais excitado. Seu pau pulsava dentro da boca da garota. Ele a suspendeu e deixou-a com as pernas entrelaçadas em seu quadril. Nesse rápido movimento foi acertando o buraco e colocando o pênis. Ela gritava e o som ali produzido era rapidamente abafado pelas músicas que rolavam na pista de dança. Eles deitaram no piso de taco e continuaram em sessões variadas de posições. Eram dois fãs de kama sutras. Ele a colocou de quatro e metia forte, agora ela arranhava a parede e o piso. Para a sua primeira vez no sexo anal, 21 cm não era fácil.
Ele percebeu a entrada de um homem no recinto, talvez ele estivesse mais doido que os dois – difícil! -, os viu naquela situação e sorriu abertamente. Eu olhei para a garota que parara e perguntei se ela topava. Ela puxou o novo rapaz para o chão e começou a lhe tirar a roupa. Enquanto um metia por trás o outro era chupado por uma boca que buscava o orgasmo. Os três totalmente nus naquele corredor escuro. Os rapazes tornaram-se prisioneiros daquela fantástica garota. Ele se deitou de costas para o chão e a fez subir no seu pau... Que entrou mais da metade na sua vagina. O novo rapaz, talvez chamado de Miguel, se posicionou atrás daquela belíssima cena e antes de começar a enfiar na bunda da garota, lambeu-a junto com a vulva e o saco do rapaz que ligeiramente tomou um susto. Os dois excitavam-se ainda mais naquela posição. O rapaz saiu por um instante e os dois grudavam-se mais. Ele voltou com uma garota que já ia ficando numa quando os viu. Animou-se igualmente como Miguel que voltou para a bunda d’Ela e empurrou a garota para a cabeça d’Ele. Miguel empurrou seu pênis contra o cu da menina que gritou excitada a extremo. Gozou. E garota que entrara por último – talvez Maria – sentou com sua buceta na boca dele. Ele começou a chupar enquanto movimentava o tronco e metia junto ao outro rapaz na garota... Mudaram em várias posições e a festa não acabava para a sorte destes. Várias pessoas passavam e não paravam ali...
Miguel começou a chupar o pênis do rapaz e Maria a buceta da garota. Ficaram bom tempo no seu oral homossexual. Trocaram e lamberam a si. Ele e Ela trocaram carícias num 69 até receber novamente uma ajuda. Ele estava sendo masturbado pela Maria e por Ela. Miguel chupava o clitóris dela enquanto masturbava Maria com os dedos. Ele nessa situação não agüentou muito tempo... Num movimento rápido das duas ele gozou em suas caras que logo foram lambidas por ambas. O outro rapaz gozou minutos depois na bunda de Maria. E ficaram os quatro ali... Estirados, mortos e gozados. Ele satisfez sua vontade, Ela passara totalmente pela sua transição. Já maiores em idade."


imagem: Marco Niemi

Lembrança: despedida

Parecia ser uma despedida de menor. Algo inventado desse tipo... Alguns amigos carregaram-no pra um desses cantos distantes, com aparência suja, mas muito badalado da cidade. Ele não podia negar, e talvez se tentasse fugir apanharia. No fundo nem tanto, queria mesmo sair. Vendaram seus olhos e o empurrou carro adentro. Aquela sensação que todos têm de estar entrando numa fria gostosa o consumiu enquanto sentia as curvas da cidade e as retas de alta velocidade. O cheiro denunciava os vícios sequentes. A bebida fazia-o salivar mais, o cigarro tragava seus pulmões, o cheiro de corpo feminino excitava e por se só fantasiava situações. Pararam e desvendaram para maior excitação.
Entrou naquele buraco animado. A música rolava alta, era necessário o contato em orelhas para haver comunicação. O que ajudava muitas pessoas. Mas ali ele não precisaria fazer muitos esforços. Como prometido, os amigos dariam uma possível sequência de garotas para a escolha (não que ele fosse gato ou coisa assim, resume-se em no máximo três). O que realmente queriam que fizesse era juntar os três males e praticá-los numa noitada bem longa. Logo de cara deram um uísque para o sangue esquentar e aquele resto de vergonha desaparecer... Eram copos e mais corpos. Apertado. Suado. Ralado e lambido. Já passava da meia-noite e tudo acabara de começar.
A fumaça já habitava a parte superior do recinto e mesmo quem não fumava a colocava pra dentro. Mas isso não era o bastante... E como nesses ambientes a amizade é fácil e quase tudo é de todos, foi colocado um em sua boca e os quatro amigos esperaram o efeito acontecer... Aquele não era o suficiente. Talvez ecstasy ou a coca... Quem sabe? A qualquer minuto ele acabaria cedendo.
Não demorou!
Depois de instantes passados já não era mais o mesmo. Qualquer toque, a qualquer batida ele dançava com diversas garotas... Sejam elas firmes ou não... O papo não era importante. A bebida fazia-o enxergar dois e duas e muitas.
Foi aí que a garota lhe foi apresentada. Dois de seus amigos ainda mais animados bateram nas suas costas e ele virou em segundo. Não precisou mais... A música apenas estava no meio, o som pedia uma aproximação, mas não tão próxima. Eles começaram a dançar, a suar, as mãos já conseguiram os primeiros toques, uma pequena sensação virara um estrondo. A boca no pescoço, as mãos nas costas, as pernas tocando-se, o corpo molhando o outro. O cochicho na orelha. A fuga pra outro canto.
Correram entra as pessoas para chegar a um corredor escuro. Pequenas janelas (mais verticais) permitiam a luz de boate entrar. Chegaram já se beijando, ele – ainda com efeito – a encostou com força na parede preta. Suas pernas movimentavam-se apressadamente de um canto a outro. Os quadris apertados com toda a força... A mão dela escorregou pelas costas chegando à bunda. Encheu a mão. Ele desceu sua língua pelo queixo da menina, roçava em sua orelha enquanto sua mão suspendia a blusa... Seu sutiã preto já subira junto com a blusa, seus seios lindos a mostra. Ele chupava-os com veracidade. Ela gemia de prazer, empurrava sua cabeça contra o seio, suspendia a saia com a mão do rapaz. Ele já tirara a blusa... Beijavam-se profundamente, como se ninguém pudesse interromper. Ela quase nua começou a baixar a calcinha, ele a abrir a calça, e...



PS: Peço pra alguém me ajudar a terminar a noite... do rapaz.
Envie para o e-mail scottandrad@hotmail.com
Caso ninguém mande (o que irá acontecer) eu posto a outra parte posteriormente.
Foto de Marco Niemi


Recente: Casamento

Aquele astral tomava conta do ambiente, a igreja lotada num dia de sábado cansativo. A decoração seguia as tradições propostas pela sociedade - se existe. Branca, com flores também brancas e algumas vermelhas dando aquele contraste marcante. Haviam alguns pedestais de vidro com água dentro. A expectativa de todos era ver o vestido da noiva, e quando viram adoraram. Assim foi um dos comentários que escutei atrás de mim. Para mim havia uma pessoa ainda mais bonita que a noiva. Estava do outro lado da igreja, num vestido amarelo claro. Ela, loira com uma cara facilmente de deixar vermelha. Seu corpo era divino... Suas curvas, seu tom. Enquanto as atenções estavam voltadas para a moça de vestido branco que entrava, meus olhos grudaram-se na garota de olhos verdes. Fui encostando e dentro de pouco tempo lá estava eu ao seu lado. Pigarreei, ela olhou pro lado e disse: -Oi! Singelo, mais que discreto. - Oi! Tudo bem? Foi minha tentativa de comunicação. Ela percebendo o fim que eu queria que tomasse, riu. E me respondeu... Aquele era um sinal de que queria também chegar nesse fim. Mas será que era o mesmo fim? O meu era mais profundo e orgástico. Ficamos minutos ali entretidos no nosso possível enlace... Não como esse. A achei bonita, mas não para tanto. Não queria uma rotina. Pelo menos por agora. A música rolava solta no ambiente, uns bolerozinhos. O foco no altar onde o noivo nesse momento suava feito cuscuz. Minha mão correu pela sua encostando na perna. Seus dedos percorreram meu braço. Minha boca pediu um beijo, sua boca marcou um outro lugar. Era nos fundos da igreja. No banheiro. Faríamos que fossemos a ele normalmente e lá veríamos o que aconteceria. Despedimo-nos com pedido de algo mais. Eu fui pelo lado direito primeiro. E cheguei ao banheiro. As luzes eram fracas. Um belo banheiro. Limpo. Super limpo. Fiquei na porta depois de ter lavado o rosto e conferido o hálito. Mania que tenho... Não que um dia alguém me reclamou por isso. Acho que foi devido ao medo disso acontecer. Num susto ela virou a esquina do cômodo e eu rapidamente conferi se existia outra pessoa ali naquele instante além de nós. Nada. A puxei pela cintura e beijei com todo o gosto que eu estive mantendo guardado. Ela retribuiu. Fui apertando-a cada vez mais contra o meu corpo. Minha mão subindo pela suas coxas. Encontrando sua bunda. Agora já beijava seu pescoço e já estávamos dentro do banheiro. Ela sentia meu pênis por cima da roupa, arranhava minhas costas – protegida pela blusa. Desci meu corpo junto com minhas mãos tirando a sua calcinha. Lambi suas pernas grossas. Passei meu dedo na sua vagina. Masturbei-a enquanto chupava seus fartos seios. Mordia, lambia-os. Ela gemia apertando minha cabeça contra seu peito. Tirei minha camisinha de dentro da carteira e abri. Ela parou. E pediu pra chupá-lo. Abriu minha calça e lambeu a cabeça. Colocou metade na boca. Movimentava-se... Eu segurei nos seus cabelos e apertei contra meu pênis. Percebi que não cabia e que ela pedia pra parar... Aliviei, puxando pra sentar no meu colo. Ela colocou a camisinha e sentou. Gemendo ainda mais alto e eu fazendo força pra que entrasse ainda mais. Seu som foi abafado pelo som da cantoria e dos aplausos. Transávamos naquele cubículo que impossibilitava a variedade de posições. Encostei-a de costa para a parede e meti por trás. Ela gritou, quase chorando, mas pedia – implorava – pra continuar. Eu enfiava com mais rapidez e mais força. Minha mão segurava seu peito e a outra eu colocava na sua vagina. Eu gemia enquanto ela agora ria... Depois de uma longa respirada. Virei e segurei pelas suas pernas levantando-a... Estava bastante excitado naquele momento. Apertei com força para que meu pênis entrasse na sua vagina e fui pondo cm por cm enquanto ela mordia minha orelha, meu ombro... Depois de minutos minha velocidade era grande, meu pênis faltava pouco pra ser totalmente coberto... quando gozei. Apertei-me contra ela. Eu gemi alto, ela gritou mais alto ainda. Os aplausos soaram ao fundo, a noiva já começava a sair da igreja... Meu gozo foi saindo enquanto eu a beijava. Sentei. Ela se concertou. Uma conferida no corpo e na maquiagem. Encostou-se. Soprou palavras no meu ouvido de que queria mais encontros. Depois de me beijar profundamente saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido.
Eu a encontrei – só de vista – dando os parabéns para o casal recém formado. E aí uma pequena menina veio até mim. – Ei Moço! Aquela moça – e mostrou para a mulher – mandou te entregar isso. Era um papel simples, com o telefone. Embaixo era assinado por: “...agradecida pela companhia no belo casamento. A prima da noiva.” Guardei no bolso da calça e entrei no carro. Meu colega já esperava na porta, abri, ele entrou, e despreocupadamente me perguntou: -E aí?! Gostou do casamento da tua prima? Olhei-o e não imaginei como respondê-lo.



Foto de Arlinda Mestre.

Lembrança: atitude.

...e meu íntimo aparece inibido por tamanha informação que se pode ter. Não é nada demais, nem é vergonhoso. O que importa é o uso que faço. Por vezes não me importo com quem seja... Depende das circunstâncias. Tudo gira em torno delas. Faltava-me a coragem para exposições. Aprendi. Não sei daonde, nem de quem... Talvez a realidade pensada injetou-me um tanto de emoção que não sei designar um nome. O que eu quero daqui e de mim só são histórias de amassos, apertos, suor, orgasmos,... Transes de minha memória. Só!



"Lembrança de uma data de alguns anos atrás. Estava saindo de um bar com mais dois amigos. Caminhávamos naquela cena típica de filmes onde há bêbados. Sem destino pré-destinado andamos pela rua já escura de uma cidade que conhecíamos na palma da mão. Pegos de surpresa uma cena peculiar e rara - nunca existente, exato! - num dos bancos da pracinha que costumava ser movimentada até as 10h. Era 01h. Uma mulher sentada, com uma garrafa de uísque do lado, uma carteira de cigarros vazia ao lado dos restos destes. Aparentava ter 20 e poucos anos. Tínhamos 16. Ruiva, com cabelo até os ombros, encaracolados - lembro como se fosse hoje. Estava com uma cara meio abatida. Fomos nos aproximando e paramos a 2 metros dela. Olhamos, esperamos e nenhum de nós teve a coragem de puxar algum assunto, ou mesmo uma pergunta óbvia e boba. Ela nos olhou e disse: - O que gostariam de fazer agora? Gaguejamos, encaramos as caras assustadas, e o mais corajoso de nós falou: - Depende de que assunto se trata. Também ele soube que foi uma horrível resposta. Ela riu e levantou. Ela percebeu que estávamos com álcool no sangue e qualquer iniciativa dela estaríamos a disposição para inúmeras atividades. Chegou perto de mim e com seu hálito embreagador, quente: - És virgem? Só balancei a cabeça numa afirmação. Lançou um olhar pra meus amigos e viu a resposta igual deles. Senti suas mãos no pênis descendo para o meu saco. Lambeu meus lábios... E nossa experiência nesse assunto limitava-se em revistas masculinas. Ela pegou uma de minhas mãos e colocou em seu peito direito... Comecei a massageá-lo e puxei a blusa dela. J encostou por detrás dela e lambia sua orelha. Dun aproveitou que eu tinha abaixado a blusa pôs su a boca em seu seio. Ela já ensaiava o som do orgasmo. Talvez fosse apenas para nos empolgar naquela situação. Desci minha mão e adentrei na suas pernas. Sua saia foi logo para a barrigar, sua calcinha para o chão. Depois de alguns minutos, ela estava completamente nua assim como nós. Agora eu lambia sua vagina enquanto ela distribuia sua atenção nos pênis dos meus amigos. Chupava-os. Sem preservativo ou alguma proteção enfiei - naquele tempo - meus 15cm na sua vagina. Ela gruniu. Nosso kama sutra não era bom, não variamos tanto. Depois de vários e imaginados curtos minutos estávamos em sincronia no movimento. Dun deitado, ela sentada no seu pênis - quando Dun meteu no seu ânus ela gritou bem mais que antes - eu encostado aproveitando da sua vagina e J em pé sendo chupado... Nisso segundos passaram até Dun gozar num gemido alto... Não demorou muito para J melar sua boca... Empolgado, prosseguia embalado. Lembrei que gozando ali estaria encrencado - digo isso hoje, porém naquela época eu tinha uma tara por ver a mulher engolindo minha gala - tirei meu pênis e a fiz chupar. Gozei. E pra minha primeira transa gozei muito... A sensação foi maravilhosa. Inesquecível.
Ficamos ali sentados no chão daquela madrugada tranquila. Ela se levantou, se vestiu e antes de sair virou-se para nós: -Obrigado por esse favor. Nem tivemos tempo de retribuir. Ela se fora. Os três bobos ficaram ali, pensativos, com um sorriso na cara. Agora, já não eram mais."





Foto de Nuri.