Cotidiano | O descobrimento

Ele estava parado frente ao espelho olhando para a barba por fazer, pensando em quão mediano ele era. Nas dificuldades da vida passada, das poucas mulheres que teve o deleite de se deitar, dos malabarismos que aprendeu ao longo da vida a fim de se encaixar nas necessidades do dia-a-dia. Se arrumava para mais uma noite de bares com os amigos. Estava pronto.

Vestido com sua camisa branca com mangas dobradas 3/4, ajustada ao corpo, exibindo seus músculos saltados; calça jeans claro; sapato escuro. Seu perfume não era extravagante, quase despercebido. Seus cabelos sob a proteção de pomada estava penteado para trás. Com essa aparência, sua beleza melhorava alguns porcentos.
Parado na calçada, esperava o Uber que chamara.
- Rua João Vicente, 10, no Centro - confirmou para o motorista.
- Certo.
Era um bar aconchegante. Um bar-restaurante, na verdade. Naquele dia eles iriam beber uma cerveja, beliscar algumas entradas e depois pretendiam comer uma massa especialidade da casa. Teria um som ao vivo, um jazz instrumental. Totalmente favorável para amores desconhecidos. Ao descer do Uber escutara o som de Miles Davis. A banda ainda não começara.




Entrou e avistou dois de seus amigos que se reuniriam. Estavam no balcão do bar, já bebiam uma Heineken.
- Senhores...
A algazarra ainda não tinha começado. Bastaria mais algumas cervejas e, quem sabe, uma tequila antes do jantar. O objetivo da reunião era exclusivamente a diversão e o sexo no final da madrugada. 
Faltavam mais dois amigos para completarem a mesa. A noite ainda não estava animada no restaurante; poucos homens e mulheres. Era cedo.
Seus amigos chegaram e o ambiente foi lotando com o passar das horas. Àquele tempo eles já estavam mais sobre o efeito do álcool e a coragem pulsava nas têmporas. Entre encontros e cumprimentos despercebidos, seus olhares cruzaram e desviaram. Poderia ser apenas mais um encontro de milésimos. Mas ele voltou o olhar e se deteve nela.
Ela bebia um vinho branco ao lado de mais duas amigas. Era linda. Transmitia poder em sua postura de mulher independente. E parecia gostar de submeter os homens à suas vontades. Se atiçou e ficou transparentemente eufórico por aquele achado. Ela não retornou seu olhar. Pediu licença aos seus amigos e ali mesmo já se despediu, antes até de pedirem o jantar. Já não era mais apropriado para os seus desejos.
Em ímpeto de coragem, se dirigiu à ela.
- Boa noite, senhoras.
As três o olharam lentamente. Avaliando. Àquele passo a banda tocava Dave Brubeck.




- Boa noite, senhor... Esperando pelo seu nome. Não foi ela que falou, uma de suas amigas parecia mais interessada.
- Francisco. Passa chamá-las de...?
- Eu sou Patrícia, essa é Carla e ela é... Ela estendeu a mão e pronunciou seu nome com delicadeza. Aproveitando para perguntar o seu interesse em abordá-las. Tentou moldar suas palavras, criando um estereótipo de que era um homem inteligente. Depois de alguns rodeios frasais, ela o interrompeu e perguntou se poderia conversar em particular. Suas amigas se assustaram, mesmo sabendo do que ela era capaz. Cessou todas as chances das outras amigas com ele.
- Claro. Respondeu ele menos corajoso e mais submisso.
Eles foram para uma mesa mais afastada no bar. Ela sentou, depois ele.
- Vamos evitar esse início manso. Vi que você me olhava, pareceu se interessar por mim. Me interessei por você, quero saber do que é capaz. Você quer transar, eu quero transar. Vamos nos provar então.
Ele estava com a cara de prazer por conhecer uma mulher daquele jeito. Fora naquele momento que ele se apaixonou. Mesmo antes de ver, provar e gozar seu corpo.
Ela levantou, fazendo-o segui-la. Chamaram um Uber e foram para a casa dela. Nem ao menos se beijaram no carro. Desceram. Entraram e ela fechou a porta.
- Me bata! Ela queria conquistá-lo. Queria mostrar suas habilidades nas próximas transas. Ele obedeceu e gravou seu nome: Clarice.




Rápidas | Noite passada quando ela me pediu


"Seus seios firmes com mamilos endurecidos,
separados pelo terço de prata, 
indicam o prazer ainda presente.
Sentada sobre meu abdômen,
com seu sexo úmido a me molhar.
Me encara com ganância,
com seu olhar de cigana. 
Querendo mais deleite para seu corpo. 
Com urgência.
E me pede com veemência. 
Pus-me a chupar."




Rápidas | Estranha forma de prazer



Toda essa meiguice não traduz o que realmente você é. Essa tua aparência maquiada esconde os traços secos, duros e selvagens. Esse carinho exacerbado, mais que mentiroso, é uma afronta com os meus sinceros sentimentos. “Por que finges desse jeito? Por que não me tapeia enquanto sentes raiva? Sejas sincera comigo!”. E ao tempo que me pergunto, visualizando o te perguntar, vejo seu sorriso escandaloso atravessar o salão e encontrar o elegante rapaz que está a te espreitar. Meus olhos faíscam, meu sangue quente pulsa nas minhas artérias e num desespero vibrante, tenho uma ereção e ela logo se traduz em um prazer desmedido e peculiar.


Foto: Giuliano Bekor

Musas Más | Bárbara


Ela tinha um jeito estranho de segurar no copo. Não sei explicar ao certo. Não sabemos na verdade. Era algo com alguns poucos dedos. Parecia que queria preservar os que restavam, tipo descansando para qualquer outra tarefa. Depois descobrimos que tarefa era essa.

Nós. Eu e um amigo meu de longas datas. Dividíamos o apartamento. Recebíamos pouco dinheiro no trabalho infame que conseguimos arrumar depois do tempo gigante que passamos na universidade. Mas, no momento, essa falta de dinheiro não era lá muita coisa. Usávamos de forma coerente. Bebíamos mais da metade, sempre no mesmo bar... Coisinha chata, não? Não. Era um bar universitário, o que significava que não éramos os mais pobres naquele ambiente e ainda mais, chamávamos atenção das aspirantes a mulheres e putinhas que apareciam. De vez em quando arriscávamos nas mais cults. 

Pois bem. Fomos como nas outras sextas-feiras para o bar. Lá sentamos nos bancos do balcão e esperamos a casa lotar. Foi quando vimos a garota sentada do outro lado do balcão, segurando o copo de uma maneira peculiar. Eu e meu amigo concordamos que nosso interesse pousou no mesmo lugar. Queríamos muito comer aquela garota. Apostamos então. Tiramos no par ou ímpar para ver quem seria o primeiro a tentar... (Algo absurdo até para nosso padrão). Ele ganhou, o que me deixou bastante frustrado... Tomando o último gole da cerveja do copo, respirou coragem e partiu para a demonstração de toda sua malemolência nas palavras. Via de cá de onde estava, ele soltando a lábia e ela escutando, atenta. Ela cochicha no ouvido dele e depois olha pra mim. Ele abre a boca. Ela bebe seu último gole de álcool do copo.

Ela: Morena de estatura média, com cabelos longos, lisos-encaracolados, de boca farta, de olhar fulminante e de maldade enorme.

Entramos no meu carro gasto depois de nos apresentar. Aliás, a lembro como Bárbara e sendo assim, será. Ela preferiu ir atrás, sozinha. Sem muitas conversas. Coisas poucas de trivialidades embutidas na fantasia erótica. Quase no final do caminho ela questiona:
- Vocês têm cordas?
Eu e meu amigo nos entreolhamos, curiosos e eufóricos. E em uníssono, respondemos:
- Sim!

Chegamos no apto, fizemos uma breve limpeza da área comum e oferecemos conforto.
- Sim. Eu quero vodca, com gelo. Quero também duas cadeiras e a corda. O resto eu me resolvo.
Agilizamos, afoitos.
- Obrigada - sentando no sofá - Então meninos, o que vocês fazem da vida?
Nos olhamos.
- Essa conversinha é apenas até a minha vodca terminar. Não quero saber o nome de vocês. Não sou prostituta, então não quero o dinheiro de vocês. Não quero ligação no dia seguinte. E por necessidade, podem me chamar de Bárbara.
- Mas não é o seu nome mesmo, é?
- Quem sabe?
Ficamos ali, em silêncio, esperando sua vodca terminar. Sua vodca terminou. Ela colocou as cadeiras de costa uma para outra, ligou uma música qualquer em seu celular e ordenou... Isso mesmo: ordenou que sentássemos nas cadeiras. Sentamos.
- Ok, meninos. Como vocês preferem? Que vocês tirem a roupa ou fica por minha conta?
Respondi instintivamente: - Venha tirar!
E ela foi. Começou pela minha blusa, beijando meu peito, desceu para minha calça, desabotoou, beijou minha virilha, meu pênis por cima da cueca. Tirou minha calça, olhou com os olhos de desejo e puxou minha cueca. Chupou meu pênis com leveza. Levantou-se.
- E para você que nada respondeu, fique à vontade para tirar sua própria roupa.
Meu amigo desesperado realizou sua ordem. Ela nos amarrou nus, de costas um para o outro, ambos desejosos para ver seu corpo nu.
- Acho que agora posso começar. Começou a fazer um striptease para nós, revelando aos poucos seu corpo, ficou de lingerie. Parou e me lançou um tapa no rosto. Com força. Nos assustamos, e ela continuou.  Pulou no colo do meu amigo, puxou-lhe o cabelo e mordeu seus lábios, fazendo-o gemer. Beijou seu pescoço, mordeu e lhe arranhou. Desceu e lhe chupou o pênis.
Partiu para mim e fez o mesmo, com somas de tapas nos dois. Ficou em pé, de costa para mim e tirou a parte de cima, puxou sua calcinha, ficando de quatro ao tirá-la do corpo, revelando sua bunda desenhada. Me olhou por cima do ombro e como para ser um sussurro, disse:
- Na verdade eu que escolhi vocês. E a noite irá durar mais do que desejaram.
Ainda inocentes, rimos. Ganhamos na loteria essa noite. Mas fomos surpreendidos com a simples pergunta:
- Vocês têm velas?
Enlouquecidos, num misto de prazer e receio, respondemos a localização de seu pedido. Ela risca um fósforo, acende a vela e espera. Espera com uma cara de maldosa e satisfeita pela oportunidade da noite. Vejo a parafina escorrer até seus dedos e ela gemer lentamente... Se encosta no meu corpo, empurra minha cabeça para trás, tapa minha boca e derrama parafina no meu peito. Minha voz transpassa seus dedos fazendo com que ela se deleite com minha dor. Segue derramando pelos nossos corpos. Me bate no rosto, me arranha as coxas, me faz ouvir as súplicas do meu amigo ao derramar parafina na sua virilha...
Como cansada daquela brincadeira, joga a vela fora e nos beija na boca. Morde minha orelha, chupa meu pescoço, morde meu mamilo. Lambe meu pau... E senta; gemendo, empurra minha cabeça para chupar seus seios. Movimenta-se sobre minhas pernas, lentamente, fazendo meu pênis penetrar ainda mais em seu corpo. Levanta-se, vai para meu amigo e senta no seu pau, de costa.
Em pé olhando para nossos desejos pulsando, com um cinto na mão, desamarra a corda e nos ordena a lhe chupar. Afoitos, chupamos seu sexo, lambo seu clitóris, movimento minha língua em círculo, ela empurra minha cabeça. Meu amigo beija sua bunda, lambe. Nos deliciamos com seu corpo. Enfio meu dedo na sua vagina; ela pede que continue; enquanto chupo seus lábios. Ela chupa o pênis do meu amigo. Seu quadril se agita contra minha mão, ela aumenta o movimento, geme, aperta nossos corpos contra o dela. Grita de prazer e goza... Molha ainda mais minha boca. Quando me posiciono para penetrá-la ela levanta.
- Nada disso, meninos! - aponta pra mim - amarre seu amigo. Ato suas mãos. Ela o empurra no sofá. Faz o mesmo comigo. Pega um cinto e dobra. Agita seu braço e nos bate. Nos espanca as coxas, o peito enquanto nos beija a boca, o pênis, o corpo. Ela fica mais excitada a cada batida. Ela nos quer ouvir gemer. Pedir para que pare. Morde meus lábios. Sinto gosto de ferro, lambe meu pescoço. Desce a boca pelo pênis do meu amigo. Coloca-o com vontade na sua vagina. Me ordena:
- Venha me comer também!
Chupa seus dedos e molha seu ânus. Levo meu corpo ao seu encontro. Enfio. Devagar. Ela geme e pede que continue. Que aumente. Que eu a bata!
Metemos no seu corpo sem parar, bato na sua bunda... Mudamos de posição, meu amigo aproveita de suas costas, ela me chupa e me leva de volta ao seu sexo. Ela senta de costa no meu amigo, com seu pênis na sua vagina, me chama para colocar meu pau também. Enquanto penetro sua vagina, ela grita com mais dor, me estapeia o rosto, me rasga os braços de arranhões. Enfiamos juntos, com força, ela pede mais... mais... mais. Enfio meu pau no seu cu, rápido, empurro meu sexo ainda mais contra seu corpo... mais rápido... mais forte. Gemo de prazer, puxo seu cabelo, mordo seu peito, ofego alto, alto... gozo enquanto ela grita de dor e empurra meu corpo para aumentar meu desejo. Vira de frente para meu amigo, cavalga no seu corpo - rápido - enquanto lhe chupa a boca. Mantém o ritmo. Fica de quatro para ele e o faz gozar na sua bunda.

Exausto no sofá, eu e meu amigo nos entreolhamos e rimos (ainda atados) enquanto ela esta no banheiro. Ambos querendo alguns minutos de descanso e cama, já se despojando no sofá. Ela aparece sorrateira na sala, limpa, nua, se masturbando e não pergunta:
- Vamos recomeçar!

dominatrix - klaus

Querida, desculpa! Não resisti...

Ela se fingia de boa moça ao lado da minha esposa. Esse é o início que já te deixa ciente de que tipo de garota estou falando. Todos os homens já estiveram nessa encruzilhada uma vez na vida: ou passou por isso e teve seu rumo ou desejou passar por isso. É da natureza masculina essa soma entre tesão + adrenalina + proibido (não sei se nessa ordem). A história que conto abaixo é a seguinte:

"Ela pertencia a classe das morenas gostosas, solteiras, com cabelos grandes e ondulados, com a boca grande em curinga que lhe faz parar o carro no meio do trânsito e dizer: - Parabéns! E ainda mais, pertencia ao rol de amigas da minha esposa, que parecia lhe confiar segredos inconfessáveis. Talvez ela estivesse fingindo, nunca entendo as amizades femininas (se alguém entender, por favor me explique). Estava registrada em cartório como Priscila, mas a depender da situação o nome era o de menos. Frequentava minha casa com assiduidade para os chás de beleza e fofoca que o grupo feminino proporcionava. Sempre ao chegar do trabalho (sou advogado por formação, defensor por natureza e ganancioso por necessidade) topava na cozinha com aquele grupo de pessoas, de longe a mais bonita era ela. Até mais que minha esposa que já era bastante bonita, modéstia a parte. Quando eu cruzar o olhar em consonância com o boa tarde, seu olhar fulminante encarava os meus e realizava uma varredura no meu corpo, como quem dizia: - Parabéns! E me encontre mais tarde. Encabulado eu ficava, encabulado eu saia para menores constrangimentos. Essa rotina me batia semanalmente, exclusivamente nas quartas-feira. Vez ou outra a via passando pelos shoppings, bares e restaurantes, mas ausente o olhar. Mal sabia eu o que me aguardava no futuro próximo.
Estava eu numa quinta despreocupada perambulando dentro de casa. Recebo a ligação de minha mulher: - Amor? - Oi, amor. - Não vou poder chegar a tempo para o jantar, estarei numa reunião aqui. - Ok! Quer que eu peça ou deixe algo para você? - Não se preocupe, me arranjo por cá. Beijo. - Tchau. Me esparramei no sofá e  fiquei a zapear a televisão. 
Campainha.
Sou surpreendido pela morena de curto vestido me dando boa tarde. - Boa tarde, também. Falei meio ansioso, já que a situação me levara a diferentes oportunidades. - Então (falou ela meio sussurrado) esqueci umas coisas aqui com Adriana (minha esposa) e vim buscar. Ela sabia que viria. - AH! Ela não está. - Poxa, precisava muito disso, será que eu posso pegar? 
Aí pensei nessa gostosa entrando no meu quarto com esse vestido perturbador, mexendo nas coisas de minha mulher enquanto eu sinto o meu desejo crescer. Foi o que permiti. Ela entrou confiante sabendo o que  sua presença me causava, sentindo-se permissiva já que não tinha olhos a lhe condenar. Entrou no meu quarto e foi direito nas coisas que realmente estava atrás. Enquanto ela vasculhava eu imaginava seu corpo nu em cima do meu. Assim fácil, dado o histórico sexual dela (adquirido por mim através dos comentários de minha esposa e dos meus colegas de trabalho, que em mesa de bar catalogava as boas e ótimas mulheres do nosso círculo de convivência). Ela me pede para usar o banheiro rapidinho. Permito, óbvio. E é após isso que descubro a verdade que minha mãe sempre dizia, mulher tem pacto com o que não presta. Eu, sentado na cama, esperando seja lá o que for que ela estivesse fazendo, me surpreendo e fico bestificado ao vê-la saindo do banheiro. Não é que os comentários eram verdadeiros? Ela não usava algo, estava completamente nua na minha frente, me chamando para desfrutar seu corpo espetacular! Não resisti, naquele momento eu estava completamente amarrado àquela situação sem ter rota de fuga ou coisa qualquer. Ela partiu para o meu lado, encostou suas pernas entre as minhas e me intimou: - Agora eu posso realizar tudo o que meu olhar desejava. Trazendo minha cabeça entre suas mãos para junto dos seus fartos seios. Me deliciei ao chupar seus mamilos,varrendo sua bunda com minhas mãos, permitindo meus dedos se divertirem nela. Ela arrancou minha blusa, me deitou na cama e me lambeu de cima a baixo, parando na virilha ainda coberta pelo short. - Posso? (rindo perversamente). - Deve! Puxou o short para baixo e chupou meu pênis, uma profissional. Lambeu meus testículos, me levou ao paraíso chupando a glande. Subiu no meu corpo, encostando a vulva no meu peito, depois na minha boca. Ficou sentada ali recebendo minha afoita língua. Ainda sobre minha cabeça deitou-se no meu corpo e voltou a chupar meu pênis. 

alianças


como eu poderia agora tirar alguma vantagem sua? ela aqui, sentada na minha frente, com todas suas curvas à mostra me pedindo para que lhe atinja. não, aqui nesse momento, aqui nesse lugar não podemos nos despir. mas meus olhos já tiveram o trabalho. sei quantas pintas pode ter. sei dos teus seios firmes. sei do seu bico arrebitado. seu olhar me leva para dentro de suas vontades. seu desejo me consome ali na sala de espera. seja lá do que for, agora espero por outra coisa. então seu nome é chamado. eu na poltrona da frente a olho levantar concertando o vestido curto com delicadeza. seu salto produz a melodia para suas nádegas se movimentarem no cadenciado ritmo, onde posso encaixar as sílabas do meu nome no movimento. de fato quase não existia calcinha. ao chegar na porta da sala privativa ela me olha por cima do ombro, me convidando. mas ali eu não podia ir sem ser chamado. por outras pessoas. depois de alguns minutos me controlando e todo o meu instinto sexual ela reacende meu tesão ao aparecer na porta. girando a maçaneta, abaixando sutilmente para pegar o papel que caíra no chão. entrega na recepção e vai ao banheiro feminino. a vejo sair, definitivamente, sem calcinha dessa vez. nenhum contorno no vestido colado. me olha mais uma vez, olha para a saída, e retorna o olhar. abre a porta e sai. não espero a porta se fechar. saio atrás. ela entra no carro, liga e dá seta. entro no meu e faço igualzinho os seus movimentos. passamos por ruas e avenidas. paramos num sinal. do lado. abaixo meu vidro. olho seu lamber de lábios, provocativo. ela fecha o vidro e arranca ao ficar verde. sigo. após voltas, aceleradas e quilômetros, paramos em frente a uma bela casa. ela abre o portão e entra com o carro... mantém o portão aberto. ao entrar ela já me espera na porta do hall. entra. entro. subo as escadas, seguindo as roupas deixadas pelo caminho. abro a porta do quarto e a vejo totalmente nua deitada sobre a cama. sua pele branca contrasta com o lençol escuro. tiro minhas roupas. deito sobre ela. a beijo. a chupo. seus seios. desço por sua cintura. ela empurra minha cabeça para sua vagina. chupo. lambo. mordo seus lábios. enfio meus dedos. sincronizo meus movimentos. beijo sua bunda. lambo. enfio meu pênis. ela me entrelaça com as pernas. aumento o ritmo. mudamos. ela me senta. controla o ritmo, profundidade. morde minha orelha. bate no meu rosto. levanta, desce a cabeça. chupa meu pau. meu saco. lambe minha virilha. coloca-o na boca. o seu máximo. movimenta-se, enquanto empurro, seguro seus cabelos. bato no seu rosto. a viro de costa. coloco por trás em meio a gritos seus. tenta me controlar com sua mão na minha coxa. seguro seus braços contra o colchão. meto. bato na sua bunda. a deito e coloco todo. ela pede pra parar. tapo sua boca. empurro sua cabeça contra a almofada. forço. a viro. suspendo suas pernas no meu ombro. coloco pressão enquanto bato nas suas coxas. aperto seus seios. deito suas pernas e me deito sobre ela. a vejo gozar. tiro meu pênis e coloco em sua boca. ela me chupa e masturba... empurro. gozo. ela lambe...
deitamos exaustos. acendemos um cigarro. ela vira de lado e sussurra no meu ouvido. nossas mãos se cruzam, nossas alianças se tocam... ela me pede para ir.


PRESENTE: Presente Monocromático

Alguém bate na porta, espera alguns segundos e novamente me faz ouvir aquele som incômodo para quem estar se deliciando na cama com uma bela mulher. Ela pergunta se não vou atender, respondo se eu deveria perder o que está acontecendo ali na cama por causa de alguém. Ela olha nos meus olhos e sussurra no meu ouvido: - Tenho certeza de que não irá perder o que está na cama.
Depois desse mandato, levanto-me e vou até a porta. Vislumbro pelo olho-mágico o que me espera do outro lado, plantada no corredor como uma bela caçadora. Abro a porta e deixo-me perder por entre seus traços. Uma morena entra com determinação pela minha sala e indaga sobre certo senhor, que no caso, sou eu. Perdido com tamanha beleza balanço a cabeça afirmando.
Minha namorada aparece pelo corredor com a cara que eu conhecia de inúmeras situações desagradáveis, vou tentando me explicar, mas ela me manda calar a boca. Vira-se para a convidada de sabe-se lá e aproxima-se. Com um toque cuidadoso por detrás da mulher retira o seu sobretudo e deixo-me bestificar por aquela situação. Aquela pele cor de chocolate contrastando com sua lingerie branca, emoldurando-se ao lado da loira e suas pequenas peças em preto. Aqueles lábios se movendo, ritmando os meus passos em direção ao tão aclamado prêmio: esse é seu presente de namoro.
Ainda meio perdido, parado, não penso. Elas me cercam e retiram meu roupão, expondo meu corpo por completo. Beijo aquelas bocas macias, acaricio seus corpos quentes. Desenlaço os laços daquele meu presente e lambo seus seios que pulam indo ao meu alcance. Minha namorada excitada – estranhamente – assiste aquela cena segurando minha cabeça e meu pênis. Minhas mãos transformam-se em várias e os toques multiplicam-se, descendo por entre as cinturas e as pernas. Delas, as mãos, concentram-se na minha virilha e masturbam-me em um sincronizado ritmo.
As peças que cobriam o que espero, sempre, já estão no chão e nós, perdidamente, nos direcionamos para o quarto, nos confortarmos em meio a lençóis e nudez. Deito sobre minha namorada e acaricio seus cabelos, beijando sua boca, agradecendo pelo presente de se abrir a novas ideias. Desço para seus seios e com a ajuda do presente personificado lambemos sua pele, ela geme, meus dedos tocam sua vulva, a morena desce pela barriga e beija seu monte de Vênus. Lambe seu clitóris, chupa seus grandes e pequenos lábios, me masturba enquanto dar prazer à minha loira. Leva meu pênis a sua boca, beija minha glande, lambe, chupa e o enfia na sua boca. Puxa minha namorada e a deixa brincar com meus testículos. Eu ali deitado enquanto aquelas duas mulheres concentram-se em me dar prazer.
A morena profissional, cuidadosamente orientava minha namorada a novas perspectivas. E desciam, acariciavam, lambiam e chupavam. Subiam, desciam. Usavam as mãos e os dedos. O toque suave, ofegante. Oscilavam. A loira com o olhar sugere que a morena me suba e me deixe chupá-la enquanto aquilo acontecia nas minhas partes baixas.
Sentaram-se em mim. Ainda excitava a morena com minha língua e meus lábios nos seus lábios, a outra se sentara encaixando sua vagina no meu pênis, gemendo enquanto eu enfiava. Beijaram-se sobre meu corpo, trocavam carícias nos seios, movimentam-se. O presente desceu sua cabeça para o encaixe abaixo. Lambeu o que ficava à mostra, minha namorada gemia mais alto, empurra seu corpo e a cabeça que a chupava, gemia, acelerava seu movimento, gemia. Gemíamos. Agora gritava, pedia que continuássemos até gozar, levantando-se deixando que chupássemos.
Ponho a convidada de quatro e apalpo seus glúteos, coloco meu pênis devagar, introduzindo o máximo permitido, ela lambe minha namorada, minha namorada ri e segura a cabeça dela enquanto ofereço meus tapas na sua bunda. No tesão do momento tento o que nunca minha namorada ofereceu, coloco o dedo no seu ânus, massageio, molho e vou me empolgando com o pênis, ela grita, segura meu corpo, tenta me controlar, enfio mais um pouco enquanto acaricio sua nuca, beijo-a. A loira agora quer assistir aquele momento, beija o meu e o corpo da outra. Movimento-me em meio a beijos e gritos, brincamos de um pouco de força e prisão.
Deito, ponho minhas mãos atrás da cabeça e espero pelo trabalho delas. Revezam-se, brincam de me calar, e me fazer gemer, e pedir mais. Lambem. Elas pedem pelo gozo em suas bocas. Ajoelho, seguro suas cabeças enquanto se beijam, enfio nas bocas, deixo-o à línguas, gozo na boca da morena que beija minha namorada, que continua me chupando.
Deitamos. Deleitamos. Descansamos nossos corpos, suas cabeças no meu peito... Depois de algum tempo suas mãos nos faz acordar e recomeçamos...

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O bom do sexo!

A luz estava fraca naquele local. Um pouco mais vermelha do que lá dentro. Na verdade, lá dentro estava mais escuro do que os olhos são capazes de enxergar. Alguns flashs, como para salvar ou rapidamente direcionar, apareciam em um ritmo determinado pela pick-up. O maestro não passava dos trinta, estava enlouquecendo sua platéia com seu músicos ausentes.
-
Nem era tão tarde assim e já tão escuro, devia ser pelo sumiço da lua ou as poucas estrelas. De um lado conseguia ouvir uma sinfonia da multidão, e o que me angustiava e de certo, acalmava minha timidez era aquela escuridão contraditória pela luz vermelha. Tão sexy.
-
Cá no beco eu encontrei entre fulmantes e transas um espaço para me encaixar e te encaixar; eu bem que poderia ter ficado lá dentro, te beijado lá dentro e até mesmo te levado para um dos sofares, caso existisse um espaço, mas eu queria poder te ver. Encarar e degustar calmamente. Também era sabido, de minha parte, que aquilo não passaria dos trinta minutos, assim não me empataria e muito menos a ti.
-
Aquele era o lugar, o meu instinto timido dizia, está belo agora procure um canto mais escuro e reservado longe dessa loucura. Mas a loucura me atraia, era tao excitante ouvir grunidos e movimentos corporeos sem enxergá-los por inteiro. Antes que eu encostasse, ele me puxou e saimos para um clarão e silencio quase nenhum. Pensei que não seria mais um rápida penetração, algo mais sacana com mais detalhes e mais suor. Eu já o via salivando, aquilo me molhava.
-
Agora que te vejo melhor, verifico que não sou o primeiro e provavelmente nem o último. Não relato prostituição de ambas as partes. Todavia, isso é passivelmente encontrado numa noite onde o destino é o prazer. Ilimitado... Isso mesmo. O único limite é quando o sol raia e nossos corpos encontram-se abatidos pelo cansaço e fadiga!
-
Aquela cena, já nos dizia experientes, e me fazia sentir bem. Teriamos muito mais a apreciar e mais a aprender. Logo pensei, quem sabe ele me faça gozar muito mais, ou quem saiba me ensine novos pontos x. E eu já ansiava pelo seu corpo já todo suado. E veio como um feroz, senti-me presa e cheia de prazer. Ele realmente sabia pegar com jeito, e nem sabia. Eu ria do jeito que você se encaixava em mim, e você sério talvez sentido criticado. Era grosso, suado e sentia sede de ti. Delirava no teu corpo, mas fingia ser uma transa qualquer. E transavamos como se fosse uma noite inteira em 10 minutos. De tão grosso, você gozou e eu nem tinha terminado. Vestiu a calça, me aprontei e saimos como entramos, a busca de outro sexo.
-
Enfim, eu te comendo forazmente e você nem percebia o quanto chamava atenção. O beco parecia um confortável cômodo onde nossas pernas podiam se entrelaçarem e permanecerem o tempo que fosse. Gozo-te na boca. E você com sede engole o que te ofereço. Depois não tem papinho de fim de sexo, muito menos despedidas calorosas. Aprontamo-nos como se estivesse indo à primeira vez na boate e fosse conquistar, também, o primeiro parceiro.
Sexo é só sexo. E é bom por isso.




foto: unshaved beauty por
tiago manuel capela de oliveira

Escrito com apoio de
Thaís Bitencourt.

Passado: Triângulo [parte 03]

Triângulo

Marcamos na minha casa num dia de noite. Estava ansioso para esclarecer os fatos e me desculpar se fosse necessário. Elas chegaram parecendo que marcado, no mesmo instante. Entraram e as levei para o meu quarto. Privacidade! Então colocamo-nos a conversar. E as perguntas e acusações não paravam de sair de suas bocas enquanto eu ia me defendendo e amenizando a situação. Até eu falar que as amava... Afirmaram que isso não podia acontecer e que teria que escolher uma. Não fiz. Decidi e pedi para as duas. Concederam-me. As meninas se olharam e disseram que fariam o teste. Sorri. Abracei as duas e já fui beijando-as. Parecia que seria estranho, mas se fôssemos namorar seria algo mais aberto que o convencional e mais fechado que o extremo liberal.
Beijei a menina dos cabelos lisos enquanto ia sendo massageado pela do sorriso. As duas deitaram na cama e experimentaram se beijar. Gostaram e me chamaram para deitar. Fiquei parado enquanto elas tiravam minha roupa e lambia meu corpo. Lembrava-me um sonho. Eu, nu com duas garotas gostosas prestes a transar todos juntos. Começaram a me chupar, a lamber e morder. Ficaram as duas brincando com meu pênis por minutos que pediam ser mais. A menina do cabelo levantou-se na cama e começou a dançar num strip-tease bastante sexy. Sem combinar a outra foi se esfregando na primeira e entrando no ritmo da dança proposta, mas sem música. Eu estava deitado vislumbrando aquele acontecimento ímpar. Foram tirando as roupas e as jogando para cima de mim. Ficaram totalmente nuas e não paravam de se esfregar. Lamberam uma os seios da outra, apertaram suas bundas e passaram levemente as mãos nas vaginas. Rastejaram até mim, lambendo-me de baixo a cima pousando na minha boca. Demos um beijo triplo e a menina do sorriso foi logo subindo no meu pênis. Mexia-se devagar enquanto a outra lambia nossas partes nos deixando ainda mais excitados. Trocamos de posição e agora eu estava sobre a de cabelo liso. Ela de pernas abertas e eu dentro empurrando meu pênis vagina adentro. Lambia a vagina da outra e produzíamos sons que excitava o ar. As comi de quatro, fizemos 69, sequenciamos varias posições que duraram minutos à hora. Fiquei deitado como no início e as duas iam revezando para sentar em mim até a menos experiente começar a se mexer na proporção certa e ir me excitando mais. A outra estava com a vagina na minha boca gemendo alto e rápido. Eu acompanhava seu ritmo e soltava gemidos esparsos. A de cabelo liso foi se mexendo e gritando até eu não aguentar mais e gozar. E gozei muito. Ela saiu de cima e de mim e ficou olhando o gozo sair. Ficaram as duas me olhando enquanto eu parava de expressar a sensação deliciosa. Deitaram com as pernas sobre mim e ficaram nos meus braços.
Eu poderia ficar assim séculos, mas não éramos permitidos. Beijaram-me e prometeram que tentariam conviver assim... O que depois de meses descobrimos ser muito fácil.

Saíram da minha casa dizendo em uníssono, porém em ouvidos opostos: “-Eu te amo!”. E eu apenas pensei o mesmo.  

foto de Angelica

Passado: Triângulo [parte 02]

Tarde da menina e seus cabelos lisos:

Nessa atmosfera de acontecimentos agradabilíssimos marcamos uma reunião na minha casa para concluir o roteiro do stand que aconteceria no projeto – bendito! A tarde estava bastante nebulosa, absorvendo o costume do inverno na região. Ventava muito e possivelmente iria cair um pé d’água. A primeira a chegar foi ela – e mal sabíamos que seria a única. Entrou com sua beleza estrondosa. Muito vestida por causa do frio sentou-se no sofá distante do que eu estava. Minha mãe passou por nós dizendo que iria fazer a unha e demoraria... Ainda brincou com o “- Toma cuidado!”. E rimos. Ficamos conversando de qualquer coisa que não nos deixássemos constrangidos. E o tempo passando e agora a chuva caindo. Então, o telefone dela toca: “- Ah! Vocês não vão vim mais? Ah!” Mas não soou triste. Ela desligou. Eu a cantei de uma maneira bem suave. E já que estávamos ali sem fazer algo, tentamos nos aproximar. Sentei no outro sofá com uma ideia de discutir o assunto que marcamos a reunião. Eu já podia sentir seu perfume, coloquei o braço sobre o sofá e me aproximei mais ainda. Tentei beijá-la. Consegui! Ficamos ali nos beijando por minutos deliciosos, sobretudo ansiosos por algo mais. Minha mão foi subindo pela sua barriga, e num instante já estava no seu seio. Ela tentou tirar, mas de nada adiantou. Naquele momento me parecia tímida demais. Minha outra mão passou pela sua nuca e a trouxe mais para perto, beijei suas orelhas sussurrando desejos. Ela pegou nos meu ombro e me afastou. “- O que foi?” Perguntei. “– Eu sou virgem... E... E... Tenho medo de doer muito. Não sonho com uma noite com cama cheia de rosas, mas quero que a pessoa tenha paciência.” “– Terei!” E voltei a beijá-la. Ela deitou no sofá e começou timidamente a pegar na minha bunda. Fui deixando-a relaxada, lambi a barriga e fui subindo devagar para os seios. Ela se sentou, eu me levantei e a puxei. O beijo não parava de acontecer. Peguei na sua bunda, nas suas cochas e a levantei deixando de pernas abertas na minha cintura. Mordia seus lábios vermelhos e fui caminhando para o meu quarto. Deitei na cama de casal e fui retirando sua blusa e seu sutiã bem lentamente. Seus bicos estavam arrepiados e certamente excitados. Chupei-os. Eram perfeitamente marrons... Contrastando com sua pele branquíssima. Sua barriga retinha me encaminhava para suas partes mais íntimas... Abri seu short cuidadoso, puxei-o para baixo e levantei-me. Fiquei ali olhando aquela linda mulher deitada na minha cama... Lá fora a chuva ficava cada vez mais forte e nossos sons provavelmente seriam abafados. Ela foi ficando avermelhada e sua vergonha aparecera. Tirei a blusa e peguei uma camisinha. Ajoelhei próximo à cama e retirei sua calcinha branca, levei minha boca na sua vagina e chupei-a com tranquilidade. Ela que nunca sentira nada parecido, se contorcia mais que o normal das outras mulheres. Tirei a minha bermuda e minha cueca. Olhava-me com uma cara de assustada, medo e muito prazer. Coloquei a camisinha e subi na cama, beijava sua boca, suas orelhas, seu queixo, enquanto ralava meu corpo no seu... Penetrei e sua boca soltou um gemido mais alto do que o esperado. Percebi que suas unhas arranhavam minhas costas e que não parava de gritar. Eu gostava daquilo, mais do que o natural. Sabia que a dor naquele instante era maior que qualquer coisa, perguntei no seu ouvido se queria que eu parasse, mas ela não respondeu, apenas se movimentava e gemia. O sangue saía da sua vagina, meu pênis queria entrar ainda mais e continuamos naqueles movimentos agitados seguidos de calmaria. Como ela era virgem não era possível praticar uma diversidade muito grande de posições. Ficamos nas mais básicas, mas nem por isso deixou de ser gostoso. Enquanto eu me sentava na beira da cama esperando-a, ela já lambia minha orelha por trás e girava pelo meu corpo até encontrar o falo ereto. Sentou-se e seguiu-se em movimentos e gritos excitantes. Agora eu beijava seus lindos seios e metia na sua vagina inexperiente. Ficamos movimentando-nos nessa posição até gozarmos em sonoros estrondos. Deitamos e ela delicadamente encostou-se no meu peito. Fiquei pensando. Nós, em silêncio.
Eu acabara de comer uma das garotas mais gostosinhas da escola... E ainda não sabia se fora bom ou ruim. Queria que o lado sacana masculina falasse mais alto e fosse apenas uma transa... Mas não era.

Depois daquela tarde maravilhosa com a garota dos cabelos lisos... A vida parecia normal. Com nenhuma das duas ficou certo de que estaríamos namorando. Óbvio que a paixão estava se transformando e que nenhuma das duas sabia da outra. Mas isso não durou muito tempo. Alguns dias depois – como eram muito amigas o que iria acontecer era natural, iriam contar o fato – aconteceu. Logo de instante ficaram estranhas. Comigo! O fator cachorro que sou... Entretanto eu não queria apenas transar com ambas. Eu estava me apaixonando. Decidi ter uma conversa a três. E foi o que fizemos.


imagem de bricehardelin

Passado: Triângulo

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Nada de novela ou algo do tipo... Poderia ser chamado de quadrado, mas exclui a parte que não convém. E tudo começou quando meu animo apareceu do nada e o oi surgiu entre os dentes e a língua numa esquina virada, num aceno, num sorriso singelo que me fez apaixonar. Lá estava ela com seu longo cabelo liso, conversando com a turminha de amigas, variando a vida alheia. À sua direita a baixinha de sorriso tranqüilizador. Um amor. Minha imaginação naqueles segundos imensos foi longe. E dobrei. A esquina bem que poderia ser mais adiante, queria ver seus comentários furtivos, perceber o quanto ela gostou e a questão que faria de mim. Fiquei sem e minhas expectativas cresceram para uma nova esquina. Dessa vez mais comprida.
As noites que me vieram só me acrescentaram mais esperanças e ansiedade. Quem sabe uma vida mais compartilhada, mais colada ou apenas junta para trocar uma ideia. E parecendo um milagre caímos numa mesma sala de estudos. Porém antes, já a tinha visto num seminário desses quaisquer. Lembro-me como agora... Lá estava a menina de cabelos lisos num vestido verde curto e a outra do sorriso encantador, também num vestido. As duas sentadas no meio do público que esperava arduamente pelo palestrante famoso. Elas me viram e sorriram. Não que eu era algum príncipe, mas vai saber o que elas estavam pensando. Fui pedindo licença até eu ficar bastante próximo das duas. O seminário começou e no percurso do tempo lembro que puxei papo sobre algum assunto comentado. E a conversa não conseguia parar... Tanto da minha parte quanto da delas. E daí fui me apaixonando... Pelas duas e suas respectivas características deslumbrantes.
Surgiu a sala de estudos e a nossa proximidade foi crescendo e eu direcionando para que lado fosse seguir. E já tinha visto que o problema logo iria aparecer.

Noite da menina e seu sorriso encantador:

Era algum projeto destinado a notas quantitativas da escola. Estávamos a semanas trabalhando juntos para construir um cenário para a apresentação. Há semanas eu estava queixando e levando leves tocos seus. Até então. Ficara apenas eu e ela na sala que arrumávamos. Num papo qualquer, eu deitado em tnt’s, ela sentada numa cadeira. Levantei-me e joguei mais uma de minhas cartas e fui me aproximando da sua boca e dessa vez ela não se afastou. Seu beijo doce com gosto de chocolate me deixou ainda mais louco. Fiz levantar sem deixar de beijar. Apertava sua cabeça contra a minha e descia minha mão pela suas costas; seu corpo colado ao meu como um... Minha língua roçava a sua, minhas pernas nas suas. Desci minha boca pelo seu queixo seguindo para a orelha. Sussurrei ventos e palavras soltas e vi o seu gostar quando apertou minhas costas com suas unhas. A mão desceu para a bunda e a outra para o seio junto com a boca que beijava seu colo. Levei-a para o acúmulo de tecidos jogados ao chão. Deitei-a; e sobre ela me encostei com as mãos na blusa sendo retirada. Ela abrira as pernas e sentia meu pênis ereto ainda vestido. Sua blusa caiu ao lado junto com outras roupas. Minha boca procurou suas partes – do seio até embaixo. Carinhosamente roçava minha língua no seu clitóris e fazia-a gemer de prazer. Ela me subiu e me virou de costas para o chão. Desceu suas unhas pela minha barriga produzindo aquela sensação gostosa de excitação inocente. Tirei a blusa; ela me tirou a calça, abaixou minha cueca preta, lambeu meu pênis. Mordeu minha virilha; seguiu pela barriga até minha boca, deixando que as partes se tocassem sem introduzir. Ela sentou em cima do meu pênis; ele entrou e ela gemeu mais alto. Enquanto metia eu chupava seus seios. Agora eu já estava sobre ela, brincando com seu corpo. Dirigindo-me por entre suas curvas e entradas. Fazendo-a gozar enquanto excitava-me a cada instante mais. Coloquei-a de quatro e fui mais além em suas entranhas. A cada centímetro a mais colocado o som saia mais alto da sua garganta. Estávamos sentados numa cadeira quando eu puxava seus cabelos e sua cabeça para trás, dizia “- Gostosas” seguidos, beijava seu pescoço e gozava na sua vagina. Os sons produzidos pareciam uma sinfonia muito bem sincronizada. Ela ficou ali sentada no meu colo, abraçando-me como alguém realmente apaixonado. Não precisava palavra alguma para expressar nossos sentimentos.
Ela desceu e pôs-se a vestir os trajes jogados ao lado. Busquei minhas roupas. Alguns segundos demorados vejo uma mensagem no meu celular... “Estou me apaixonando por você!” Era a menina de cabelos lisos.
Eu também já estava apaixonado. Por ambas.

O projeto foi como uma mão na luva. Se for esse realmente o ditado. Nesse período consegui o que antes seria um absurdo. Depois de pegar a menina do sorriso foi a vez da dos cabelos lisos.


foto por angelica


Lembrança - Despedida 02



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"...ela que também estava sob efeito apertou seu pênis o que lhe fez tomar um susto, não tão desesperador. Ela estava sob efeito do mesmo que o rapaz. Comemorava sua passagem de menor para a tão desejada maioridade. Bem que a surpresa não era muita, sua liberdade sempre existiu, sobretudo aquele era um dia para extrapolar o que era legal para a sociedade.
Continuou pegando no seu pênis enquanto empurrava com o pé suas roupas para um canto. Ele tirava os tênis junto com as calças e ficava “quase pronto”... Ela mexia no seu peito, beijava-o, descia pela barriga um tanto definida e mordia seu falo ereto. Chupou sua virilha deixando uma marca vermelha, abaixou a cueca preta e lambeu suas coxas até a cabeça de seu pênis. Alternava na velocidade em que lambia e chupava. Ele ficava a cada momento mais excitado. Seu pau pulsava dentro da boca da garota. Ele a suspendeu e deixou-a com as pernas entrelaçadas em seu quadril. Nesse rápido movimento foi acertando o buraco e colocando o pênis. Ela gritava e o som ali produzido era rapidamente abafado pelas músicas que rolavam na pista de dança. Eles deitaram no piso de taco e continuaram em sessões variadas de posições. Eram dois fãs de kama sutras. Ele a colocou de quatro e metia forte, agora ela arranhava a parede e o piso. Para a sua primeira vez no sexo anal, 21 cm não era fácil.
Ele percebeu a entrada de um homem no recinto, talvez ele estivesse mais doido que os dois – difícil! -, os viu naquela situação e sorriu abertamente. Eu olhei para a garota que parara e perguntei se ela topava. Ela puxou o novo rapaz para o chão e começou a lhe tirar a roupa. Enquanto um metia por trás o outro era chupado por uma boca que buscava o orgasmo. Os três totalmente nus naquele corredor escuro. Os rapazes tornaram-se prisioneiros daquela fantástica garota. Ele se deitou de costas para o chão e a fez subir no seu pau... Que entrou mais da metade na sua vagina. O novo rapaz, talvez chamado de Miguel, se posicionou atrás daquela belíssima cena e antes de começar a enfiar na bunda da garota, lambeu-a junto com a vulva e o saco do rapaz que ligeiramente tomou um susto. Os dois excitavam-se ainda mais naquela posição. O rapaz saiu por um instante e os dois grudavam-se mais. Ele voltou com uma garota que já ia ficando numa quando os viu. Animou-se igualmente como Miguel que voltou para a bunda d’Ela e empurrou a garota para a cabeça d’Ele. Miguel empurrou seu pênis contra o cu da menina que gritou excitada a extremo. Gozou. E garota que entrara por último – talvez Maria – sentou com sua buceta na boca dele. Ele começou a chupar enquanto movimentava o tronco e metia junto ao outro rapaz na garota... Mudaram em várias posições e a festa não acabava para a sorte destes. Várias pessoas passavam e não paravam ali...
Miguel começou a chupar o pênis do rapaz e Maria a buceta da garota. Ficaram bom tempo no seu oral homossexual. Trocaram e lamberam a si. Ele e Ela trocaram carícias num 69 até receber novamente uma ajuda. Ele estava sendo masturbado pela Maria e por Ela. Miguel chupava o clitóris dela enquanto masturbava Maria com os dedos. Ele nessa situação não agüentou muito tempo... Num movimento rápido das duas ele gozou em suas caras que logo foram lambidas por ambas. O outro rapaz gozou minutos depois na bunda de Maria. E ficaram os quatro ali... Estirados, mortos e gozados. Ele satisfez sua vontade, Ela passara totalmente pela sua transição. Já maiores em idade."


imagem: Marco Niemi

Lembrança: despedida

Parecia ser uma despedida de menor. Algo inventado desse tipo... Alguns amigos carregaram-no pra um desses cantos distantes, com aparência suja, mas muito badalado da cidade. Ele não podia negar, e talvez se tentasse fugir apanharia. No fundo nem tanto, queria mesmo sair. Vendaram seus olhos e o empurrou carro adentro. Aquela sensação que todos têm de estar entrando numa fria gostosa o consumiu enquanto sentia as curvas da cidade e as retas de alta velocidade. O cheiro denunciava os vícios sequentes. A bebida fazia-o salivar mais, o cigarro tragava seus pulmões, o cheiro de corpo feminino excitava e por se só fantasiava situações. Pararam e desvendaram para maior excitação.
Entrou naquele buraco animado. A música rolava alta, era necessário o contato em orelhas para haver comunicação. O que ajudava muitas pessoas. Mas ali ele não precisaria fazer muitos esforços. Como prometido, os amigos dariam uma possível sequência de garotas para a escolha (não que ele fosse gato ou coisa assim, resume-se em no máximo três). O que realmente queriam que fizesse era juntar os três males e praticá-los numa noitada bem longa. Logo de cara deram um uísque para o sangue esquentar e aquele resto de vergonha desaparecer... Eram copos e mais corpos. Apertado. Suado. Ralado e lambido. Já passava da meia-noite e tudo acabara de começar.
A fumaça já habitava a parte superior do recinto e mesmo quem não fumava a colocava pra dentro. Mas isso não era o bastante... E como nesses ambientes a amizade é fácil e quase tudo é de todos, foi colocado um em sua boca e os quatro amigos esperaram o efeito acontecer... Aquele não era o suficiente. Talvez ecstasy ou a coca... Quem sabe? A qualquer minuto ele acabaria cedendo.
Não demorou!
Depois de instantes passados já não era mais o mesmo. Qualquer toque, a qualquer batida ele dançava com diversas garotas... Sejam elas firmes ou não... O papo não era importante. A bebida fazia-o enxergar dois e duas e muitas.
Foi aí que a garota lhe foi apresentada. Dois de seus amigos ainda mais animados bateram nas suas costas e ele virou em segundo. Não precisou mais... A música apenas estava no meio, o som pedia uma aproximação, mas não tão próxima. Eles começaram a dançar, a suar, as mãos já conseguiram os primeiros toques, uma pequena sensação virara um estrondo. A boca no pescoço, as mãos nas costas, as pernas tocando-se, o corpo molhando o outro. O cochicho na orelha. A fuga pra outro canto.
Correram entra as pessoas para chegar a um corredor escuro. Pequenas janelas (mais verticais) permitiam a luz de boate entrar. Chegaram já se beijando, ele – ainda com efeito – a encostou com força na parede preta. Suas pernas movimentavam-se apressadamente de um canto a outro. Os quadris apertados com toda a força... A mão dela escorregou pelas costas chegando à bunda. Encheu a mão. Ele desceu sua língua pelo queixo da menina, roçava em sua orelha enquanto sua mão suspendia a blusa... Seu sutiã preto já subira junto com a blusa, seus seios lindos a mostra. Ele chupava-os com veracidade. Ela gemia de prazer, empurrava sua cabeça contra o seio, suspendia a saia com a mão do rapaz. Ele já tirara a blusa... Beijavam-se profundamente, como se ninguém pudesse interromper. Ela quase nua começou a baixar a calcinha, ele a abrir a calça, e...



PS: Peço pra alguém me ajudar a terminar a noite... do rapaz.
Envie para o e-mail scottandrad@hotmail.com
Caso ninguém mande (o que irá acontecer) eu posto a outra parte posteriormente.
Foto de Marco Niemi


Recente: Casamento

Aquele astral tomava conta do ambiente, a igreja lotada num dia de sábado cansativo. A decoração seguia as tradições propostas pela sociedade - se existe. Branca, com flores também brancas e algumas vermelhas dando aquele contraste marcante. Haviam alguns pedestais de vidro com água dentro. A expectativa de todos era ver o vestido da noiva, e quando viram adoraram. Assim foi um dos comentários que escutei atrás de mim. Para mim havia uma pessoa ainda mais bonita que a noiva. Estava do outro lado da igreja, num vestido amarelo claro. Ela, loira com uma cara facilmente de deixar vermelha. Seu corpo era divino... Suas curvas, seu tom. Enquanto as atenções estavam voltadas para a moça de vestido branco que entrava, meus olhos grudaram-se na garota de olhos verdes. Fui encostando e dentro de pouco tempo lá estava eu ao seu lado. Pigarreei, ela olhou pro lado e disse: -Oi! Singelo, mais que discreto. - Oi! Tudo bem? Foi minha tentativa de comunicação. Ela percebendo o fim que eu queria que tomasse, riu. E me respondeu... Aquele era um sinal de que queria também chegar nesse fim. Mas será que era o mesmo fim? O meu era mais profundo e orgástico. Ficamos minutos ali entretidos no nosso possível enlace... Não como esse. A achei bonita, mas não para tanto. Não queria uma rotina. Pelo menos por agora. A música rolava solta no ambiente, uns bolerozinhos. O foco no altar onde o noivo nesse momento suava feito cuscuz. Minha mão correu pela sua encostando na perna. Seus dedos percorreram meu braço. Minha boca pediu um beijo, sua boca marcou um outro lugar. Era nos fundos da igreja. No banheiro. Faríamos que fossemos a ele normalmente e lá veríamos o que aconteceria. Despedimo-nos com pedido de algo mais. Eu fui pelo lado direito primeiro. E cheguei ao banheiro. As luzes eram fracas. Um belo banheiro. Limpo. Super limpo. Fiquei na porta depois de ter lavado o rosto e conferido o hálito. Mania que tenho... Não que um dia alguém me reclamou por isso. Acho que foi devido ao medo disso acontecer. Num susto ela virou a esquina do cômodo e eu rapidamente conferi se existia outra pessoa ali naquele instante além de nós. Nada. A puxei pela cintura e beijei com todo o gosto que eu estive mantendo guardado. Ela retribuiu. Fui apertando-a cada vez mais contra o meu corpo. Minha mão subindo pela suas coxas. Encontrando sua bunda. Agora já beijava seu pescoço e já estávamos dentro do banheiro. Ela sentia meu pênis por cima da roupa, arranhava minhas costas – protegida pela blusa. Desci meu corpo junto com minhas mãos tirando a sua calcinha. Lambi suas pernas grossas. Passei meu dedo na sua vagina. Masturbei-a enquanto chupava seus fartos seios. Mordia, lambia-os. Ela gemia apertando minha cabeça contra seu peito. Tirei minha camisinha de dentro da carteira e abri. Ela parou. E pediu pra chupá-lo. Abriu minha calça e lambeu a cabeça. Colocou metade na boca. Movimentava-se... Eu segurei nos seus cabelos e apertei contra meu pênis. Percebi que não cabia e que ela pedia pra parar... Aliviei, puxando pra sentar no meu colo. Ela colocou a camisinha e sentou. Gemendo ainda mais alto e eu fazendo força pra que entrasse ainda mais. Seu som foi abafado pelo som da cantoria e dos aplausos. Transávamos naquele cubículo que impossibilitava a variedade de posições. Encostei-a de costa para a parede e meti por trás. Ela gritou, quase chorando, mas pedia – implorava – pra continuar. Eu enfiava com mais rapidez e mais força. Minha mão segurava seu peito e a outra eu colocava na sua vagina. Eu gemia enquanto ela agora ria... Depois de uma longa respirada. Virei e segurei pelas suas pernas levantando-a... Estava bastante excitado naquele momento. Apertei com força para que meu pênis entrasse na sua vagina e fui pondo cm por cm enquanto ela mordia minha orelha, meu ombro... Depois de minutos minha velocidade era grande, meu pênis faltava pouco pra ser totalmente coberto... quando gozei. Apertei-me contra ela. Eu gemi alto, ela gritou mais alto ainda. Os aplausos soaram ao fundo, a noiva já começava a sair da igreja... Meu gozo foi saindo enquanto eu a beijava. Sentei. Ela se concertou. Uma conferida no corpo e na maquiagem. Encostou-se. Soprou palavras no meu ouvido de que queria mais encontros. Depois de me beijar profundamente saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido.
Eu a encontrei – só de vista – dando os parabéns para o casal recém formado. E aí uma pequena menina veio até mim. – Ei Moço! Aquela moça – e mostrou para a mulher – mandou te entregar isso. Era um papel simples, com o telefone. Embaixo era assinado por: “...agradecida pela companhia no belo casamento. A prima da noiva.” Guardei no bolso da calça e entrei no carro. Meu colega já esperava na porta, abri, ele entrou, e despreocupadamente me perguntou: -E aí?! Gostou do casamento da tua prima? Olhei-o e não imaginei como respondê-lo.



Foto de Arlinda Mestre.

Lembrança: atitude.

...e meu íntimo aparece inibido por tamanha informação que se pode ter. Não é nada demais, nem é vergonhoso. O que importa é o uso que faço. Por vezes não me importo com quem seja... Depende das circunstâncias. Tudo gira em torno delas. Faltava-me a coragem para exposições. Aprendi. Não sei daonde, nem de quem... Talvez a realidade pensada injetou-me um tanto de emoção que não sei designar um nome. O que eu quero daqui e de mim só são histórias de amassos, apertos, suor, orgasmos,... Transes de minha memória. Só!



"Lembrança de uma data de alguns anos atrás. Estava saindo de um bar com mais dois amigos. Caminhávamos naquela cena típica de filmes onde há bêbados. Sem destino pré-destinado andamos pela rua já escura de uma cidade que conhecíamos na palma da mão. Pegos de surpresa uma cena peculiar e rara - nunca existente, exato! - num dos bancos da pracinha que costumava ser movimentada até as 10h. Era 01h. Uma mulher sentada, com uma garrafa de uísque do lado, uma carteira de cigarros vazia ao lado dos restos destes. Aparentava ter 20 e poucos anos. Tínhamos 16. Ruiva, com cabelo até os ombros, encaracolados - lembro como se fosse hoje. Estava com uma cara meio abatida. Fomos nos aproximando e paramos a 2 metros dela. Olhamos, esperamos e nenhum de nós teve a coragem de puxar algum assunto, ou mesmo uma pergunta óbvia e boba. Ela nos olhou e disse: - O que gostariam de fazer agora? Gaguejamos, encaramos as caras assustadas, e o mais corajoso de nós falou: - Depende de que assunto se trata. Também ele soube que foi uma horrível resposta. Ela riu e levantou. Ela percebeu que estávamos com álcool no sangue e qualquer iniciativa dela estaríamos a disposição para inúmeras atividades. Chegou perto de mim e com seu hálito embreagador, quente: - És virgem? Só balancei a cabeça numa afirmação. Lançou um olhar pra meus amigos e viu a resposta igual deles. Senti suas mãos no pênis descendo para o meu saco. Lambeu meus lábios... E nossa experiência nesse assunto limitava-se em revistas masculinas. Ela pegou uma de minhas mãos e colocou em seu peito direito... Comecei a massageá-lo e puxei a blusa dela. J encostou por detrás dela e lambia sua orelha. Dun aproveitou que eu tinha abaixado a blusa pôs su a boca em seu seio. Ela já ensaiava o som do orgasmo. Talvez fosse apenas para nos empolgar naquela situação. Desci minha mão e adentrei na suas pernas. Sua saia foi logo para a barrigar, sua calcinha para o chão. Depois de alguns minutos, ela estava completamente nua assim como nós. Agora eu lambia sua vagina enquanto ela distribuia sua atenção nos pênis dos meus amigos. Chupava-os. Sem preservativo ou alguma proteção enfiei - naquele tempo - meus 15cm na sua vagina. Ela gruniu. Nosso kama sutra não era bom, não variamos tanto. Depois de vários e imaginados curtos minutos estávamos em sincronia no movimento. Dun deitado, ela sentada no seu pênis - quando Dun meteu no seu ânus ela gritou bem mais que antes - eu encostado aproveitando da sua vagina e J em pé sendo chupado... Nisso segundos passaram até Dun gozar num gemido alto... Não demorou muito para J melar sua boca... Empolgado, prosseguia embalado. Lembrei que gozando ali estaria encrencado - digo isso hoje, porém naquela época eu tinha uma tara por ver a mulher engolindo minha gala - tirei meu pênis e a fiz chupar. Gozei. E pra minha primeira transa gozei muito... A sensação foi maravilhosa. Inesquecível.
Ficamos ali sentados no chão daquela madrugada tranquila. Ela se levantou, se vestiu e antes de sair virou-se para nós: -Obrigado por esse favor. Nem tivemos tempo de retribuir. Ela se fora. Os três bobos ficaram ali, pensativos, com um sorriso na cara. Agora, já não eram mais."





Foto de Nuri.